We all should live day by day , thanking God for each and every day that we are able to open the eyes , walk , see , talk … all these normal things , that we take for grant , are , indeed , ‘miracles of life’ …
We all should live day by day , thanking God for each and every day that we are able to open the eyes , walk , see , talk … all these normal things , that we take for grant , are , indeed , ‘miracles of life’ …
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“Contra fatos não há argumentos”, diz o Anexim. “Não se podem negar evidências”, reza outro. Estamos, sim com a mais severa epidemia de dengue que se tem notícia. (Isso foi em 2008 – e como será em 2012?)
Todavia, se ‘culparmos’ parte da população, há também que ‘ culparmos‘ o município, o estado e mesmo o governo federal pela falta de educação e instrução do povo: as três esferas do poder são inegavelmente culpadas por omissão e negligência… pelo caos geral instaurado em seus respectivos campos de atuação…
Dizer que o contexto ambiental do Rio é propício à doença, que devemos nos habituar a conviver com o Aedes Aegyti , além de surreal não explica nem justifica a omissão governamental.
Ah… se Oswaldo Cruz estivesse vivo. Certamente agiria da mesma forma que no início do século passado, quando extinguiu a febre amarela ao instituir as simples brigadas de mata-mosquitos. O sanitarista venceu a febre bubônica com a criatividade dos “compradores de ratos” e agentes sanitários colocando raticidas em toda a cidade e terminou com a varíola com a vacinação da população.
Que lastimável e imperdoável retrocesso!
Lembro que em 2002, a epidemia de dengue grassava no Rio. Em 2007, também. Todavia, é alarmante constatar que em 2008 – não tendo ainda terminado o terceiro mês do ano, o número de casos já superou todos os do ano anterior.
Não se pense que o alcaide de nada sabia (parece que ‘pegou a moda’, no Brasil, de negar evidências) , pois já no início do ano, em janeiro, o quadro era inegavelmente epidêmico. Até hoje os casos registrados ultrapassam os 20.000 (!!!); os óbitos no Estado do Rio somam 50 e nos municípios, 32.
Caos instaurado, autoridades desacreditadas, gente sofrendo e morrendo. E tudo isso poderia ter sido, se não evitado, pelo menos amenizado. A incúria dos três poderes, repito , é inadmissível.
Somente após as mortes é que o Estado, na figura do ministro da Defesa, resolveu chamar a si o que deveria, realmente, ser obrigação primeira do município, enviando o Exército brasileiro para “salvar a pátria”.
Seria de indagar-se qual a razão – ou razões – que impediram agissem consoante a lógica. Certamente são motivos pessoais, eleitoreiros e mesquinhos.
Esperemos que o Exército brasileiro faça o que as autoridades civis incompetentes e irresponsáveis (mais isso), não foram capazes de fazer .
O terror tomou conta da população. Hábitos de vida têm sido mudados, bem como de vestuário.
Uma vez que muitas farmácias nem mais têm remédios ou repelentes para vender, posto abaixo uma Nota Técnica da Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas , de 2007 (!) para colaborar com os leitores em caso de não encontrarem os remédios necessários nas farmácias alopatas.
Deus nos proteja!
1. Veiculada, na imprensa, notícia sobre a disponibilidade de um complexo para os dois tipos de dengue, clássica e hemorrágica.
2. Nesses mais de 200 anos de história da Homeopatia foram utilizados medicamentos homeopáticos para o combate de epidemias, as mais variadas, e parte da confiança da população nesta terapêutica é devida aos sucessos alcançados nestes momentos. “Depois do ano de 1801, uma espécie de púrpura miliaris, proveniente do Ocidente, foi confundida pelos médicos com a febre escarlate … , havendo esta última encontrado seu remédio curativo e profilático na Belladonna, ao passo que a primeira o encontrou no Aconitum, sendo, geralmente, apenas esporádica, e a última invariavelmente epidêmica…” (HAHNEMANN, ORGANON § 73). “…em 1833… uma epidemia de cólera devastava a Sicília e em Palermo, a peste. A homeopatia provava ser mais do que um meio auxiliar e festejava um imenso triunfo” (Balzli, 1929 apud FORTES, 2000). “Estatisticamente constata-se que em abril de 1856 já tinham sido tratados 291 doentes homeopaticamente, sendo que destes somente 51 é que morreram (18%). Na ‘Enfermaria Homeopática São Vicente de Paulo’ também foram tratados homeo¬paticamente o total de 192 pacientes, sendo que destes 83% foram curados” (Novaes, 1989 apud FORTES, 200
3. Uma das principais características da terapêutica homeopática é a individualização do doente, e no caso de uma epidemia não é diferente. Para o uso de medicamentos homeopáticos em uma epidemia será necessário, o estudo prévio do conjunto de sinais e sintomas da doença predominantes em uma determinada região, ou seja, determinar o gênio epidêmico. A droga correspondente será o gênio medicamentoso. James Tyler Kent (2002), sugere observar cuidadosamente cerca de 20 casos; registrar todos os sintomas presentes em cada caso; obter, assim, uma imagem como se um único paciente houvesse expressado todos os sintomas…
4. A falta de seguimento de protocolo homeopático poderá implicar na diminuição da eficácia desta terapêutica.
5. “A administração sistemática do gênio medicamentoso de uma epidemia vigente, tanto aos indivíduos sadios quanto aos ainda assintomáticos, representa uma proposição válida, preventiva ou mesmo curativa, tendo sido adotada em várias epidemias, a exemplo da cólera asiática e do dengue” (ROMANACH, 2006).
6. O gênio epidêmico determinará a necessidade de preparações com um ou mais medicamentos.
7. Medicamentos Homeopáticos Complexos são preparações magistrais ou industrializadas com mais de um medicamento homeopático. A sua forma de preparo está descrita na Farmacopéia Homeopática Brasileira (1997).
8. Em São José do Rio Preto/SP, o gênio medicamentoso determinado para a dengue, é um complexo: Eupatorium perfoliatum 30 CH/ Crotalus horridus 30 CH/Phosphorus 30 CH, cujos medicamentos são descritos em matérias médicas com sintomas característicos da dengue. Estes medicamentos foram experimentados e constam em diversas Matérias Médicas Homeopáticas, como pode ser observado em Soares (2000).
9. A homeopatia age preventiva e curativamente, mas não dever ser confundida com vacina. Segundo Barollo e colaboradores (2002), a aplicação profilática de medicamentos homeopáticos baseia-se principalmente nos Parágrafos 32 a 51 da 6ª Edição do Organon, nos quais Hahnemann afirma que uma doença artificial mais forte e semelhante sobrepõe-se à mais fraca, curando-a, fato também observado por Hipócrates. O mesmo raciocínio pode ser aplicado para a compreensão do poder profilático do medicamento homeopático: uma doença artificial semelhante e mais forte – “dengue artificial” – protegeria o organismo de uma doença mais fraca – dengue natural. Dessa forma, na escolha do medicamento a ser usado para profilaxia em grande escala, deve ser considerada a necessidade da utilização de um medicamento que pertença ao Grupo Epidêmico de Medicamentos, mas que ofereça um menor risco de reações violentas e intensas aos usuários do serviço, principalmente nos hipersensíveis. Assim, o melhor medicamento profilático não é necessariamente aquele que cobre a maior parte dos sintomas.
10. A ABFH recomenda que a utilização de qualquer medicamento para a dengue, siga uma prescrição médica, para atender as boas práticas de manipulação de medicamentos em farmácias. [BRASIL, 2000]
11. Farmácias que manipulam medicamentos homeopáticos devem ter um profissional habilitado em homeopatia, para aviar a prescrição médica, conforme preconiza a Resolução 440 do Conselho Federal de Farmácia (BRASIL, 2006).
A farmácia poderá ser contratada excepcionalmente para o atendimento individual de preparações magistrais e oficinais, requeridas por unidade hospitalar, desde que justificadas tecnicamente (BRASIL, 2000).
As farmácias podem atender solicitações, de profissionais habilitados, para manipulação de produtos específicos, provenientes de clínicas, hospitais, consultórios, para uso exclusivo em pacientes na atividade clínica (BRASIL, 2000).
12. A ABFH alerta que, mais importante que o uso de medicamentos, a principal arma de combate à dengue é a informação e o esclarecimento da população sobre todo o ciclo da doença, desde o criadouro do mosquito transmissor até os sinais e sintomas, tanto da dengue clássica como da dengue hemorrágica.
13. A Homeopatia pode, e não se furtará em ajudar a, minorar o sofrimento desses doentes. Como Prática Integrativa e Complementar, atualmente na Política do SUS, pode ser utilizada no tratamento da dengue, desde que sejam consideradas as observações acima (BRASIL, 2006).
*Por: Dr. Ivan da Gama Teixeira, Dra. Kátia Torres, Dr. Rinaldo Ferreira, Dra. Márcia Gutierrez
http://www.abfh.com.br/mostradestaque.asp?id=72Publicado em Mirna Cavalcanti | Tags:Brasil : política, CIDADANIA, cultura, DENGUE, DIGNIDADE, Educação, governo, homeopatia, RESPEITO, Saúde, vida
“As pessoas deviam ser o que parecem ou, pelo menos, não parecerem o que não são.” [W. Shakespeare]
ANTESCRIPTUM
Amigos leitores,
Uma vez mais, alevantam-se os que fogem da verdade e atacam os que a perquirem e a defendem.
Assim, vejo ser importante republicar esta matéria para os que ainda não a leram. Modifiquei-lhe o título original com o objetivo de indicar mais claramente sobre o que se refere.
II - “Deus meunque jus”:
A Maçonaria, a Verdade e a Águia Bicéfala de Lagash
Tendo constatado a reiteradas ‘investidas’’ contra a Maçonaria, por pessoas ignorantes em sentido lato, e outras que se julgam ‘entendidas’ nessa Grande Ordem, não me posso manter queda, pois sou contra mentiras de toda e qualquer espécie.
A Maçonaria sabe muito bem defender-se e assim tem sido pelos séculos. Não pedi aos seus dirigentes ‘procuração para atuar em sua defesa’, mas, tendo meu pai a ela pertencido e atingido ainda muito moço o grau máximo (33), e tendo meu irmão há muito o mesmo grau, sinto-me no dever de posicionar-me.
Jamais me furtei a ações ou decisões: sempre estou ao lado da Verdade e do que é digno e correto. Nada mais canhestro do que alguém faltar para com os Princípios Éticos em que foi educado.
Se há “muitos caminhos que conduzem a Roma”- onsoante o anexim- há um só que permite a pessoas como eu dormir tranqüilamente: o Caminho da Luz . É este o meu Caminho.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
II – Maçonaria: em defesa tão somente da verdade
“A Verdade é só uma: o que efetivamente ocorreu ou ocorre”. A maioria dos humanos faz questão dela afastar-se, pois não lhes é conveniente. Para muitos, então, não adianta tentar explicar o que sua inteligência e alma não têm condição de alcançar.
Após ler o interessante artigo indicado por MARAT, sobre sites a respeito da instigante maçonaria, assisti aos vídeos e li um artigo escrito pelo mesmo autor de “A Águia Bicéfala de Lagash”. Ao contrário dos que aparecem nos vídeos, é maçom e sabe o assunto sobre o qual discorre. Não me coloco em posição de crítica, pois não me cabe. Todavia, não só posso, como devo, a bem da verdade, expressar minha opinião, pois este é ainda um direto de todos, garantido pela Constituição.
Constatei que grande parte, senão a maioria das matérias, externava claramente posição contrária à Grande Ordem e a colocava como (sic) invocadora do demônio.
As contradições são muitas. Cito, como exemplo, o fato de que o “Caminho da Luz” dizem ser o de Lúcifer, tratado por alguns como sendo o príncipe das trevas.
Quanto engano! Por via de conseqüência, a Lógica indica que as “trevas” não podem levar ao oposto: o Caminho da Luz é o que nos leva para Deus, para nosso Criador, que criou a Luz. É o Caminho que sigo.
Pontifico, para evitar discussões infrutíferas, que não entrarei em aspectos bíblicos, e/ou, religiosos. Atenho-me tão-somente à razão e aos fatos e exponho o que penso.
“Ninguém pode servir a dois senhores ao mesmo tempo”, diz o brocardo. E, para mim, há um só Senhor.
Observei, entre tantos outros aspectos que me parecem inconsistentes e inverossímeis os seguintes:
1 – A maioria dos apresentadores inicia sua fala: “não sou maçom”;
2 – Alguns acusam a maçonaria de adorarem ao demônio e praticarem ritos satânicos, bruxaria, e atos outros a esses análogos;
3 – O dístico: “Deus meunque jus”, que significa simplesmente: “Deus é o meu direito” (ou “minha justiça”), os críticos filmados dão uma interpretação totalmente diversa da realidade. A exegese por eles usada, nada tem a ver com seu significado latino e muito menos com o objetivo que a Ordem o usa;
4 – Afirmar que satã é invocado nas reuniões maçônicas, bate frontalmente com o que ocorre. A invocação, se feita, só pode ser em nome do Supremo Arquiteto do Universo. Este é Deus, o Construtor, o Criador, enquanto que Lúcifer está no epicentro das destruições todas, sejam físicas, morais, ou espirituais;
5 – Referentemente à madame Blavatski, à sua época, era defeso (proibido) às mulheres, entrar para a Maçonaria. Ademais, nunca li coisa alguma, apesar de ter lido muito do que escreveu, nada que a ligasse à Grande Ordem. Todavia, não sendo eu ‘senhora da verdade’, posso estar enganada;
6 – Uma instituição que participou ativamente de todos os movimentos em benefício da liberdade dos povos e mesmo, das liberdades individuais dos seres; que desde seu princípio, não distingue seus membros por “diferenciais” quaisquer que sejam: de raça, dinheiro, instrução, classe social, etc… portando, a primeira na História da Humanidade a reconhecer o Princípio da Isonomia (Igualdade), inserto após a Revolução Francesa em todas as Leis Maiores dos países democráticos, ser acusada por muitos, de cometer atos infamantes, é no mínimo, grande desrespeito e ignorância por parte de quem o faz;
Por outro lado, é claro como a luz solar: em todas as épocas da História, têm existido criaturas de caráter íntegro e as que não o são. Ocorre o mesmo com as instituições formadas por humanos. Os que não têm reputação ilibada e caráter íntegro, não são aceitos pela Ordem sob comento. Se, todavia, após entrarem na mesma, vierem a cometer atos que não se coadunam com os Princípios todos, são expulsos;
7 – Os símbolos Maçônicos, a maioria dos apresentadores e mesmo escritores, interpretam erroneamente, distorcendo maliciosamente o que significam: seja por desconhecimento, seja para tentar infrutiferamente, destruir a credibilidade da Ordem, construída paulatinamente no transcorrer dos séculos, em prol da humanidade.
Leiam, no artigo seguinte: “A Águia Bicéfala de Lagash” e saberão o que ela realmente simboliza.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
III – A Águia Bicéfala de Lagash
A Águia Bicéfala maçônica é a jóia do maçom pertencente ao 33.º Grau, que a usa no colar; sobre as duas cabeças, uma coroa de ouro; as garras sustentam uma espada e dela pende uma faixa onde está a inscrição: “Deus Meumque Jus – Ordo ab chao”.
A águia Bicéfala é uma variação da poderosa imagem descrita em documentos achados cerca de 3000 A.C.
A Arte Real (Maçonaria) é uma Ordem antiga que promulga seu sistema de moral através de alegorias, sinais e símbolos. Alguns símbolos adquiriram tal vigor que até o não iniciado sabe que o mesmo refere-se à maçonaria. O esquadro e o compasso são exemplos. Pessoas com um pouco de cultura os reconhecem como símbolo da maçonaria. Não sabem e só o iniciado sabe que pela disposição dos mesmos existe um significado intrínseco.
A águia bicéfala esta em um outro patamar, onde somente os mais atentos percebem quando ela é símbolo maçônico. Muito se tem escrito sobre ela, porém quando são feitas específicas perguntas, as respostas são curtas e não precisas.
Atualmente estamos em melhor situação porque temos uma mudança na pesquisa maçônica, gerada pelo crescimento das comunicações com acesso a fontes e facilidade na troca de informações.
No Freemasons’ Guide and Compendium, e Bernard E. Jones edição revisada de 1956 e reimpressão de 1970 às páginas 324/325 têm o seguinte texto, qual é similar ao de inúmeras enciclopédias, que diz: “W.J.Chetwode Crawley lembra-nos que nas fundaçõe de um templo construído cerca de 3000 AC. – isto é, cerca de 2000 anos antes da construção do Templo de Salomão – foram encontradas duas placas de Terracota contendo inscrições as quais detalhavam como a construção havia sido ordenada e iniciada. Estas placas foram ali depositadas quando do lançamento da pedra fundamental do templo por Gudea, governador de Lagash na Babilônia. As inscrições dos cilindros impressas em placa de Terracota incluíam um esboço de um” pássaro da tormenta “o qual era representado por uma águia com duas cabeças, hoje usada como símbolo do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Encontrado perto do sítio onde estava o templo em referência foi também encontrada uma fina estátua de Gudea , …”
As enciclopédias maçônicas de Coil e Mackey apresentam um texto semelhante e provavelmente foram usados como fonte por Bernard Jones. A cidade de Lagash está situada ao sudoeste da Babilônia, entre os rios Tigre e Eufrates perto da moderna cidade de Shatra no Iraque, ela era um antigo centro de artes, da literatura e militar, com imensa força política. Dos sumerianos este símbolo passou para o povo de Akkad. Posteriormente foi usado por muitas tribos e grupos de nações. Sabe-se que Marius, Cônsul Romano, em 102 AC. por decreto indicou a águia bicéfala como símbolo da Roma Imperial. O Dr. Albert Merz, 33º, afirma em artigo publicado no NEW AGE (Scottish Rite Journal) de março de 1959 que O Sagrado Império Romano em 1414 AC. tinha a águia bicéfala em seus selos, ela simbolizava a unidade e universalidade do Império.
Nos compêndios de heráldica encontramos a águia bicéfala e acreditamos que como resultado da presença dos cruzados no Oriente, trazida como símbolo para os Imperadores do Oriente e do Ocidente, cujos sucessores foram nos últimos tempos, os Habsburgos e os Romanovs, em cujas moedas ela aparece sistematicamente, sendo copiado pela maioria das “Cidades Livres da Europa”, principalmente as da Alemanha, e como emblema no Império Oriental da união de Bizâncio com Constantino.
Podemos encontrá-la em alto relevo na porta principal da Igreja Ortodoxa Oriental na cidade de São Paulo.
É provável que a águia bicéfala tenha sido usada como símbolo maçônico desde o 12º século. Já as evidências disponíveis indicam ter sido ela usada pela maçonaria em 1758, após a criação do Conselho de Imperadores do Oriente e do Ocidente em Paris. Era parte do Rito de Perfeição, do antigo Rito dos vinte e cinco graus, evoluindo em grande parte para o sistema Escocês. Não existe duvida relativa ao uso da águia bicéfala pelo Supremo Conselho, 33º, Jurisdição Sul dos USA desde 1801.
Os sucessores do Conselho de Imperadores do Ocidente e Oriente, são os vários Supremos Conselhos do Grau 33º espalhados pelo mundo, que herdaram a insígnia do emblema pessoal de Frederico o Grande, considerado como o primeiro Soberano Grande Comendador do Rito Escocês Antigo e Aceito, conferindo ao Rito o direito de usá-la em 1786. (Sic.) simultaneamente adotou (acrescentou) mais sete graus (Aceitos) aos vinte e cinco conhecidos (Antigos), chegando-se então a trinta e dois graus Antigos e Aceitos. A esses graus foi acrescentado o Grau governativo do Rito de número trinta e três.
Observa-se que os Supremos Conselhos que tinham laços com a grande Loja da Inglaterra têm em seus selos a águia com as asas para cima, conquanto os supremos conselhos que tinham laços com a Grande Loja da França, têm em seus selos a águia com as asas voltadas para baixo. Existe este padrão, seja ele intencional ou não.
O fato de a águia estar representada com as asas abertas para cima ou para baixo é uma questão diretamente relacionada ao desenho do selo por um Supremo Conselho em particular, como resultante do gosto artístico de cada povo, preferindo uns o estilo clássico copiando a natureza, enquanto outros dão preferência à representação marcial.
A Águia Bicéfala de Lagash é o mais antigo emblema do mundo e nenhuma outra figura pode gabar-se desta antigüidade.
Como símbolo do Rito escocês Antigo e Aceito a Águia Bicéfala de Lagash tem suas asas abertas e coroada (encimada) pela coroa da Prússia.
Suas garras estão pousadas em uma espada desembainhada que tem uma fita como ornamento serpenteando-a desde seu punho até a extremidade da lamina contendo a divisa:
” DEUS MEUMQUE JUS ” – (DEUS E O MEU DIREITO)
CONCLUSÃO: Uma característica marcante da maçonaria é o uso de símbolos da humanidade para ilustrar e transmitir seus ensinamentos. O uso da águia demonstra a habilidade de seus condutores quanto ao manejo da Arte do uso de símbolos para mostrar o caminho justo e reto ao seu obreiro.
Pesquisa:
Ir.: Jaime Balbino de Oliveira
http://www.cavaleirosdaluz18.com.br/trabalhos/A%20%C3%81guia%20Bic%C3%A9fala%20de%20Lagash.pdf
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Está nas mãos de cada um de nós fazer o pais soerguer-se em dignidade, ‘acordá-lo’ de seu ‘berço esplendido‘ e torná-lo uma nação onde a JUSTIÇA realmente ocorra como o nascer resplandecente do Sol, distribuída por juízes que enobrecem negras vestes talares.
Pedimo-Vos, Senhor:
Baixai Vossos olhos para
esta nossa amada
Pátria e ajudai-nos a cuidar
das necessidades primeiras
da Nação: Saúde e Educação…
Povo instruído não se deixa
levar pelo cabresto.
Não precisamos de esmolas.
Queremos respeito à nossa dignidade de cidadãos.
Pela Cruz e por Jesus,
Por Krishna e Buddha,
Por Alá e Maomé,
Por Ghandi e os Iluminados:
Perante os Céus e os homens,
nós ,o povo brasileiro, de tanto
Desrespeito às leis da Mãe Pátria
cansados, jamais seremos resignados !
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
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Pois é... Quantos casais brigam, se desrespeitam, (como nesta 'charge' e se mostram em sociedade como se estivessem em 'Lua de Mel'.
Casou-se com mulher neurótica (dizia ser TPM).Temperamentos e gostos completamente divergentes. Brigavam sempre. Pobre… Imaginou poderia mudá-la…
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“Olhar e admirar o mar é para mim a paisagem ideal para pensar e agradecer a Deus por tudo, principalmente por EXISTIR, por entender, por ser como sou e pela própria VIDA. A Linha do Horizonte, ao parecer unir o Céu ao mar, faz-me sentir e meditar sobre a eternidade real do Ser.”MC
AnteScriptum
Escrevi este artigo na data em que está consignado no início do mesmo. Tendo em vista sua importância – e muitos não o terem lido, eu o republico . Leiam-no e, se houver identificação, gostaria muito comentassem.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque Rio de Janeiro, 17 de Janeiro de 2011
APRESENTAÇÃO
Versa sobre a condição humana.Discorre sobre o frontal desrespeito aos idosos na Cultura Ocidental-que ocorre tanto pelos governos – ao não lhes pagarem as devidas aposentadorias e pensões dignas, como às vezes, pelos próprios filhos que, ao julgá-los inúteis fardos, lhes jogam em DEPÓSITOS DE GENTE. MUDEM-SE ESSES CONCEITOS!
Neste lindo e maravilhoso domingo que passou, 27 Março de 2011, recebi um e-mail que fez com que desenvolvesse ainda mais, um pensamento que tem estado há muito a preocupar-me.
Ainda há gente que, de forma abstrusa, tem preconceitos mais do que tolos, sem fundamento- como todos os preconceitos, por sinal. Uma grande parte da chamada sociedade ocidental (ao reverso da oriental) pensa que após alguns- ou muitos anos a mais de vida, os longevos perdem seu valor como criaturas úteis. Consoante seu tacanho pensar COISA ALGUMA podem mais fazer: ‘coisificam-lhes’, tornam-lhes descartáveis e tentam sepultá-los em vida - ou desterrá-los- considerando aqui a metáfora-psicológica, moral, intelectual e sentimentalmente. Nada mais errado. Além da falta de sentimentos humanos, nobres, demonstram desconhecer a História, que sempre deu valor à sabedoria dos mais velhos, consultando-lhes quando os assuntos eram de relevância, nada decidindo sem primeiro ouvir-lhes os conselhos, como ocorria em todas as grandes civilizações.
Modernamente, mesmo com todo o avanço tecnológico, a Humanidade está em franca e visível queda livre no que tange aos Princípios e Valores Fundamentais, originada certamente, da inquestionável Decadência Moral. São os velhos punidos pelo Estado (no caso dos valores das aposentadorias e pensões) e muitos – ainda por seus próprios filhos que lhes colocam em asilos (verdadeiros depósitos de gente) e deles fingem esquecerem-se ou realmente esquecem.
Na realidade, atitudes mesquinhas (tanto do Estado como da família), se estão alastrando como ervas daninhas, devido a espíritos egoístas e até mesmo desumanos. Como parecem sofrer de Amnésia (pois lhes é conveniente), esquecem-se que, com o avanço da Ciência, poderão viver bem mais do que seus genitores, mas também envelhecerão. Quando esse seu tempo chegar (e se não houver uma reversão de hábitos e uma conscientização das criaturas, serão também eles, por sua vez maltratados e de forma talvez ainda mais cruel, pois é esse o exemplo que estão a dar a seus filhos.
E, em se tratando de filhos, se por uma ou outra razão não possam vir a tê-los, pois nem a todos é dada essa Graça, não poderão desafiar a indefectível Lei do Retorno da qual é impossível fugir: o Destino, Deus, o Juiz dos Juízes: Ele Mesmo, encarregar-Se-á de executar Sua Sentença, já que é também o Senhor da Justiça e pois, tratará de forma diversa os bons e os maus. “Honrarás pai e mãe” determina o quarto Mandamento(*).
Os que lerem este, por favor: repensem seus ultrapassados conceitos – se é que os têm. Quanto a preconceitos, desnecessário a eles referir-me, pois significam principalmente atraso espiritual, ignorância e mesmo falta de inteligência.
“A VIDA nada mais é do que um interstício entre o nascimento e a morte”:um curto espaço de tempo que aqui passamos (o que significam cem anos para a História?)…
Pensem! Devemos vivê-la da forma que nossa consciência nos orientar, dentro dos Princípios e Valores todos que são os fundamentais para que possamos realmente ser considerados Seres Humanos. Atente-se ainda para o fato de que: desde que não magoemos propositalmente os demais, façamos o que quisermos, para tentarmos alcançar o que consideramos seja FELICIDADE, cuja busca deve ser nosso objetivo.
Deus quer-nos felizes, mas temos o livre arbítrio. Cabe a nós escolhermos- e a ninguém mais. Somos responsáveis por todos os nossos atos, sejam bons ou não.
Não foi outro o motivo que levou os Founding Fathers (**) a escreverem a expressão “Pursuit of Happiness”, como objetivo-mor do povo, para constar no documento de Declaração de Independência dos Estados Unidos da América do Norte, há mais de três séculos.(***)
Por outro lado, Marcel Proust escreveu: “À la récherche du Temps Perdu” (À busca do tempo perdido). Um complementa o outro. É só pensar : fazer ocorram as sinapses pessoais, interpretar consoante a intertextualidade e, acima e além: deixando à alma, à sensibilidade e à própria vivência chegarem às conclusões corretas.
Todavia, há que ressaltar-se: é lamentável constatar que a sociedade humana é composta por membros, em sua maioria, que agem como verdadeiros rebanhos: precisam ser tangidos ou não sabem que rumo tomar. (****)
Em sendo assim, ocorre que muitos se deixam tolher – ou mesmo prender por hipócritas e humanas convenções: o que faz percam chances de serem felizes- nem que por momentos.
Autenticidade, dignidade, sinceridade, objetividade, devem fazer parte dos que pretendem SER. Os que carecem dessas qualidades, jamais poderão tornar-se criaturas inteiras, mas excrescências e negativas: seres nocivos, verdadeiros seres expletivos (o mundo estaria muito melhor sem eles). Porém, infelizmente criaturas assim existem em todos os níveis de toda e qualquer sociedade.
Combatamos esse tipo de gente com as armas do bem; afastemo-los de nosso convívio, pois são piores do que as ervas daninhas. Se, todavia for impossível isto fazer, lutemos contra esses seres das trevas com as armas mencionadas retro: o bem, as palavras, as leis, em busca da JUSTIÇA.
Ela existe, acreditem-me, quando distribuída por verdadeiros juízes: os que enobrecem as negras togas que envergam.
Livres então, daqueles outros maus cidadãos, libertemo-nos também das idéias preconceituosas, pois ersatz (sucedâneas) da carência de Valores e Princípios e, baseados justamente nestes, pois os possuímos, busquemos viver de forma a fazermos a nós mesmos felizes.
Procuremos a tranqüilidade de espírito, a paz de consciência, a alegria que só pode sentir um coração limpo, valente, forte e justo.
Outrossim, não nos mortifiquemos por erros passados. Somos humanos e pois, passíveis de falhas das quais, após algum tempo, nos arrependemos. Dessarte, arrependamo-nos sinceramente. Contudo, não permitamos ocorram acusações provenientes de quem quer que seja. A ninguém é concedido o poder de julgar-nos. Por via de conseqüência, temos o dever de impedir suas pretensões atinjam o objetivo colimado: além de juízes, se transformem em nossos algozes. (*****)
Mantenhamo-nos firmes em nossos propósitos. Façamos o bem, defendamos nossos direitos quando necessário e jamais temamos os iníquos. Estes não se podem a nós ombrear: são vencidos por seus próprios agires (ou não agires, quando deveriam tê-lo feito). Há muito são perdedores, por chafurdarem no lamaçal em que vivem.
Portanto, amigos leitores: desenhemos a cada amanhecer um sorriso no rosto. Agradeçamos a Deus podermos fazer as coisas mais simples, mas que na verdade, são atos todos componentes para o bem viver: caminhar, falar, comer, ver e principalmente, possuir sensibilidade para, inclusive, apreciar o que de belo a Natureza nos oferece. Essa sensibilidade é característica fundamental do grau de desenvolvimento de nosso espírito.É ela que deveras nos revela humanos, que faz sintamos solidariedade, bondade, piedade por nossos irmãos menos favorecidos de qualquer sorte, e que nos move para tentarmos considerar seus sofrimentos como se nossos fossem – e realmente o são. Não é isso que nos ensinam todas as religiões?… As Sagradas Escrituras? Não é o que nos orienta a Filosofia? Não é o que toda e qualquer pessoa de bem e do bem, mesmo agnóstica ou atéia pratica?
Não há idade para sermos felizes
Ao assistir o vídeo que me foi enviado por um amigo, pus-me a pensar sobre o assunto, pois ele já se encontrava há muito tempo em minha mente.
Emocionou-me assisti-la, pois enquanto o fazia, esses pensamentos todos expendidos acima passavam como um filme em minha memória, e doíam-me na alma. Além das minhas dores (todos as temos), sentia e sinto as dores de meus semelhantes. Sei que não é original isto que escrevo, mas nada me preocupa menos do que a originalidade: “Sinto em mim todas as dores do mundo”, muitos já afirmaram. Também eu as sinto. E doem forte e fundo. Sinto, por vezes, o peito a arder…
Pois bem: uma senhora inglesa, do alto de seus oitenta anos, Anie Cutler, conseguiu realizar seu sonho… E, ao ser perguntada a razão de haver-se inscrito para cantar, respondeu com bom humor: “Antes tarde do que Nunca!”
A voz dessa cantora deixa a desejar à de muitos “cantores”(pelo menos, assim são considerados). A voz de Anie é sonora, forte, límpida. E consideremos o fato de que o instrumento do cantor são suas cordas vocais e essas, como todo o organismo humano, envelhecem. Paracontrapor-se à regra Anie, apesar da frágil aparência, deve possuir cordas vocais jovens, pois sua voz soa com o vigor da juventude e sua interpretação é pura sensibilidade.
É indubitavelmente exemplo a ser seguido.
Todos temos sonhos e também podemos realizá-los! Perseveremos! Não nos deixarmos abater por revezes quaisquer que sejam e, alimentados pela fé, continuemos a crer em nós, em nossas potencialidades.
Anie Cutler e seu cantar corroboram de forma ostensivamente verdadeira e principalmente feliz, o sentimentos e pensamentos que me animam:
nossa vida aqui, nesta Terra só acaba quando é exalado o último suspiro e, enquanto cá estivermos, temos o dever não só de sermos felizes, como fazermos todos o possível para levarmos felicidade aos demais.
Estou certa de que é esta a principal missão de todos nós.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
Rio de Janeiro, 27 de Março de 2011
NOTA: acessem, para assisti-la e ouvi-la:
http://www.youtube.com/watch?v=8ADvp6fkMyQ
(*)http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/anjosHomens/home.html
(**)Leiam a respeito, em: http://www.archives.gov/exhibits/charters/cons…
(***) http://www.embaixadaamericana.org.br/index.php?action=materia&id=645&submenu=106&itemmenu=110
(****) isso pode ser facilmente constatado nos movimentos das massas manipuladas por lideres políticos desqualificados eticamente com intuito de dominá-las . Usam técnicas várias: a História têm-nos registrado. Mais recentemente ( bem… nem tão recentemente: o Nazismo e o Comunismo, bem como todo e qualquer outro Regime de Força, são exemplos do que assevero)
(*****) não me refiro aqui a crimes de toda e qualquer espécie. Para esses há os Tribunais, aos quais recorremos, para que nossos direitos desrespeitados ou feridos por uns e outros (que erroneamente imaginam o braço forte da Justiça não lhes irá alcançar, pois é hábito de muitos ‘deixar prá lá’ e não usarem seu Direito Subjetivo de agir que se encontra consubstanciado e garantido no Direito Objetivo da Legislação pátria) sejam devidamente reconhecidos, declarados e reparados.
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“OLHAI PARA O VOSSO MUNDO”
“Lembra-te de que os Bons Espíritos só dispensam assistência aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e que repudiam a todo aquele que busca na senda do Céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; que se afastam do orgulhoso e do ambicioso. O orgulho e a ambição serão sempre uma barreira erguida entre o homem e Deus. São um véu lançado sobre as claridades celestes, e Deus não pode servir-se do cego para fazer perceptível a luz.”
Homens, olhai para vosso mundo. O que estais a fazer deste planeta senão um celeiro de iniqüidades onde a maldade, a dor e o sofrimento campeiam por todos os lados? Não percebeis que estais apenas erguendo muralhas ao vosso derredor, onde vossos espíritos se agitarão em agonia no futuro?
Onde o amor a Deus?! Na moeda e nas riquezas que a exploração de SEU nome pode proporcionar? Pobres criaturas que perambulais pelas avenidas da vida sem rumo certo, envolvidos pelas sombras da insensatez.
Vossas mentes se transtornaram pela luxúria, pelo prazer desvairado e alucinado, pelas facilidades e imediatismos que homens mundanos e espíritos inferiores nutriram em vossas almas.
A cada um segundo vossas obras originam a miséria, a fome, o crime… assaltam vossos lares, construídos tantas vezes sob alicerces frágeis de ilusões e fantasias.
Julgais então que o que vêdes é tudo? Oh não, a colheita está apenas começando. Todo o mal que plantastes durante décadas está agora sendo colhido por vós mesmos. São os frutos apodrecidos da má semeadura.
Vossa juventude se perdeu, escravizou-se junto às drogas; vossas crianças crescem desorientadas, carentes de exemplos edificantes. Vossos idosos jazem nas cátedras do esquecimento acreditando-se realmente inúteis para a sociedade devido aos vossos pensamentos hipnotizantes, mesquinhos e egoístas.
Até quando a venda cobrirá vossos olhos? Acreditais então que permanecendo com ela, Deus vos julgará inocente e vos isentará das conseqüências de terdes permanecido tanto tempo na escuridão quando a luz do Evangelho vos alcançava as vistas e vos convidava a viver sob as claridades do SEU amor? Não podeis mais fingir-vos crianças inocentes e ingênuas. Sereis inevitavelmente descobertos e desmascarados, acreditai nisso.
Ninguém está isento de sofrer pela própria rebeldia. Somente os mais incautos depositam confiança neste tipo de pensamento e mesmo para esses chegará o momento propício do despertar, através das sacudidas da dor. Invigilância é sinônimo de possíveis perdas e sofrimentos. Atentai mais do que nunca para a advertência do Cristo que vos solicitou orar e vigiar para que não venhais m a sucumbir no minuto seguinte.
As vozes dos seres que atravessaram os portais da morte vêm falar-vos aos corações e prevenir-vos.
Os campos estão repletos de ervas daninhas e a foice da justiça divina já está preparada para lançá-las ao fogo.
Que vejam os que tiveram olhos de ver e ouçam os que tiverem ouvidos de ouvir.
NOTA: Amigos leitores: quem escreveu esta página? Quando o fez?… A resposta encontra-se ao alcance dos que leram esta matéria. Eu a postei por sua ontólógica importância …
Poderá até mesmo ser que seu ‘autor’ se pronuncie. Gostaria ocorresse.
Mirna CAvalcanti de Albuquerque. Rio de Janeiro,16 de Janeiro de 2012
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Há ainda uma Luz. Devemos seguí-la. É ela o caminho. Está em nossas mãos mudar este país. As eleições se aproximam. Exerçamos nossa cidadania!
Saudações fraternais, amigos leitores.
AnteScriptum
Reli hoje este artigo. Por sua importância, escrevo este antescriptum para republicá-lo. Qual a razão que me leva a isso fazer?
A resposta é fácil: constatei – e com tristeza – não só seu conteúdo segue o mesmo, como, em certos aspectos, ainda agravadas as mazelas nele insertas.
Mudam os governantes, mudam aos nomes de alguns homens públicos… mas seguem sendo politiqueiros e egoístas, não são, a maioria , dignos representantes do povo.
Quase três anos se passaram. Peço-lhes que, se discordarem do que aqui está escrito, ou se concordarem, comentem; elevem suas vozes, gravem suas opiniões.
Haverá breve, eleições… não cometamos os mesmos erros. Não creiamos em mentiras… Não reelejamos quem não merece. Está em nossas mãos mudar o futuro deste país.
Ressalto, como sempre o faço: não pertenço a partido algum. Escrevo sempre o que penso e sinto- não importa à qual partido pertença o político. O que vale é minha consciência.
Leiam, amigos, e verifiquem estar esta matéria como se hoje eu a tivesse escrito. Apenas alguns nomes mudaram, mas a situação é a mesma – e ainda pior, se considerarmos o fato de estarem a gritar aos quatro ventos sermos a 6ª economia do mundo.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque.
Rio de Janeiro, 15 de Janeiro de 2012
Os políticos e nós , o povo brasileiro
Sinto-me no dever de não só informar, como mesmo defender de todas as formas possíveis os interesses de nosso já tão sofrido povo, principalmente no que se refere ao percebimento dos valores dos benefícios previdenciários, assintoticamente aviltados por todos os governos.
Todos – sem exceção – têm descumprido o contrato firmado entre o INPS/INSS e os participantes.
Esses políticos, no entanto, além de “trabalharem” muito menos que a maioria de nós, quando o fazem, é em causa própria. Locupletam-se sem pejo algum, com salários surreais e benesses outras, recebem – “ajudas” de toda a espécie (como se necessitassem…).
É bem diferente a vida do cidadão comum – seja qual for a profissão que exerça. Se assalariado, sente que o valor de compra de seus dinheiros acaba sempre antes do fim do mês – e cada vez mais cedo. Se for um trabalhador braçal, além de receber salário ínfimo, nem mesmo viver dignamente consegue… se for um lavrador – e dependendo em que região deste gigantesco país viva, sua situação é ainda mais angustiante…
À exceção de alguns poucos corretos políticos e membros dos “poderes”, e que se podem contar nos dedos das mãos – estamos todos sendo tratados de forma desrespeitosa e desumana. Pagamos impostos escorchantes e vemos os mesmos serem desviados de seu objetivo primacial.
Apesar de garantido constitucionalmente, nosso sistema de Saúde é extremamente precário. A Educação, por sua vez, encontra-se em estado crítico e decadente (é muito mais fácil governar um povo ignorante). Quanto ao nosso direito de “ir e vir” , é cerceado pela total e absoluta falta de Segurança Pública que é dever do Estado e por ela pagamos todos.
Enquanto trancafiados em nossas moradias, os senhores do povo vivem como nababos às nossas custas…
Acima e além, os “detentores do poder” têm ainda o despautério de “acusar” todo e qualquer mísero “aumento” (sequer “reajuste” poderia ser considerado) aos aposentados e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social, como (sic) “causadores do deficit do Estado” …
Essa assertiva, ninguém pode ou deve aceitar calado, por carecer do respaldo da verdade. É, sim, deslavada mentira, pois até mesmo os índices de reajuste aplicados aos cálculos têm sido manipulados despundonoradamente pelos governos, conforme a supérflua e irreal “necessidade” de seus gastos que, de ano para ano crescem de forma assustadoramente espantosa. Nesta “plutocracia tupiniquim”, é-nos ainda dado o direito ao “espanto”?
Vejamos: até março deste ano, os gastos atinentes aos cartões de crédito de S. Excelência, Lulla, “o Magnífico”, sua família e entourage foi muito maior do que o ano findo, à mesma época.
É desregramento.
É abuso.
É desrespeito a nós, o povo brasileiro.
Outro indicativo são os gastos do Senado da República – inaceitável sinecura, onde, para beneficiar aliados, parentes et alii, foram criadas, no transcorrer do tempo, “diretorias desnecessárias” – e tantas – que seu atual presidente, José Sarney, “desconhecia”… como também devia “desconhecer” em passado recente os dólares que sua filha mantinha ilegalmente em seu poder e que até hoje não se sabe de onde vieram… “desconhecia”, outrossim, que a mesma havia requisitado – e obtido – passagens aéreas gratuitas para trazer do Maranhão gente de seu partido.
Quanta candura… de um político de carreira que chegou a chefe de Estado e de Governo por via oblíqua, foi um desastre como presidente (a inflação chegou a 80% ao mês…) e não só colocou quase toda a família na política como ainda lhes obteve postos elevados em ministérios e similares…
Mesmo com toda essa bagagem de homem público, o ilustre senador continua um homem puro… ignora até mesmo os fatos mais fundamentais da Casa Legislativa que preside…
Tanto em uma como em outra situações (apenas dois exemplos do despautério que ocorre em todos os níveis dos “poderes” ), ressalta aos olhos a vergonhosa afronta cometida pelos “representantes do povo” ao cidadão comum.
Consideremos o valor do salário mínimo nacional: não chega a R$ 500,00 (quinhentos reais). Consideremos, outrossim, os muitíssimos trabalhadores cuja “renda” não chega aos R$ 150,00 – ou ainda bem menos que isto… E tanto uns quanto outros trabalham durante um mês inteiro. Alguns, quase de sol a sol, como os rurais…
E olhemos o que ocorre com os membros dos “Poderes”…: salários surreais etc etc etc… e “trabalham” de terça a quinta-feira, pois têm que estar presentes nas “bases” para (sic) “ouvir as necessidades dos eleitores”…
Pergunto: dá para comparar?
Se der, não é para que se sinta até mesmo vergonha de ser brasileiro? Que representantes do povo são esses, sem decoro, sem respeito, sem dignidade e sem vergonha alguma de agir como o fazem?
Que representantes do povo são esses, que atuam em detrimento dos direitos dos cidadãos que representam e criam uma casta especial, burlando-nos a todos, desgoverno após desgoverno?
E que povo somos?
Um povo, em sua maioria, bom demais, para tolerar tudo isso e ainda sentir-se feliz. Que Deus nos proteja, pois só Ele poderá mudar isso tudo.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
Rio de Janeiro, 27 de Março de 2009
Publicado em Mirna Cavalcanti | Tags:Brasil : política, CIDADANIA, Direito, ELEIÇÕES, Filosofia, igualdade, Justiça, MIRNA CAVALCANTI, RESPEITO, vida
Crescer verticalmente.
Atingir o devir.
Compreender
finalmente
o existir.
Chegarei lá?… (Rogo a Deus me conceda esta Graça).
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
Rio de Janeiro, 14 de Janeiro de 2012
Publicado em Mirna Cavalcanti | Tags:literatura brasileira, MIRNA CAVALCANTI, poesia, transcendentalidade, vida
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