Publicado por: mirnacavalcanti | 11 de junho de 2013

Destino e coincidência


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Este ensaio é sobre o papel que desempenhamos na vida. Creio em sua dinâmica. Portanto devemos agir,  reagir, fazer o que for necessário para tentar alcançar a felicidade. Certamente ela não irá ‘bater  à  porta “…    Temos o dever de buscá-la… Encontrá-la na vida – e mesmo além dela. Provavelmente a felicidade é flor  já desabrochada à espera de  ser colhida… e pode estar até em  nosso  jardim…  mas ainda não percebemos … não ainda.

 

 

 

 

“Nosso destino não está escrito nas estrelas, mas em nós mesmos“, escreveu W.Shakespeare … Atrevo-me a discordar em parte da afirmação do ‘bardo de Avon ‘, pois creio que nascemos sob a influência dos Céus e isso não pode ser esquecido . No entanto, as decisões que tomarmos ,  são de nossa própria responsabilidade. É como se o destino fosse uma corrente marítima e nós os barqueiros com os lemes nas mãos…Podemos levar a embarcação para a esquerda ou direita, sempre à frente – sem jamais termos força para evadir-nos da ‘corrente’… pois esta é poderosa… 

O tempo não é linear… forja seus próprios caminhos.  O fluir da vida lembra-me os  fractais, repetindo infinitamente  os mesmos padrões .

Como poderíamos tentar “compreender” a vida – se na maioria das vezes é difícil entender nossas reações ante а miríade de suas tantas circunstâncias? Fatos que nunca aceitaríamos – sequer ’toleraríamos’ em ocasiões outras anteriores e, depois de algumas semanas ou meses, podemos  ficar  suficientemente  tentados, curiosos  para ver como teria sido Se tivéssemos tido coragem para  ter seguido em frente, e experimentado o que  o destino nos colocara?  

‘Por que não’ então, dar uma mão ao destino e voar nas asas dos anjos até a possibilidade/probabilidade de transformar esses sonhos em real felicidade?

Por que não? Esta é uma pergunta simples, de cuja  resposta  poderá  depender a qualidade do futuro que se busca.

Não creio em coincidências, mas em destino …   Mesmo lembrando a letra daquela romântica, antiga  e  doce canção:  “que será, será, whatever will be, will be…”  , por termos o direito à felicidade, temos o dever de tentar...SEMPRE TENTAR…  Por que não?

 

 

 

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque Pinto da Cunha                                                                                                                                                            Rio de Janeiro, 10 de Junho de 2013 

 

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