Publicado por: mirnacavalcanti | 19 de janeiro de 2013

ÁRVORE?… FLORESTA?…


                                                                                                                 forest2

” There are very few human beings who receive the truth, complete and staggering, by instant illumination. Most of them acquire it fragment by fragment.”– Anais Nin

 

 

                                     



Jamais tive preocupação em ‘ser original’, mas em ‘ser eu mesma’ – agradasse ou não aos demais. Quem  

gostasse de mim, teria que gostar DE MIM, e não de uma personagem que eu viesse a representar. Os que me

conhecem sabem de minha  ‘autenticidade’.

Não  busco a popularidade, tampouco  estar bem com todos (seria impossível: agradaria a alguns, desagradaria a outros tantos…)   E mais: provavelmente essa dualidade não me faria bem .  

Cedo aprendi a ser delicada, mas firme em meus propósitos.  Ensinaram-me a tratar a todos igualmente – com cortesia, a considerar as ‘diferenças’ como  naturais (cada um de nós é um universo); a expor minhas idéias de forma independente e respeitar, por óbvio , pensares  que discrepavam dos meus.

Portanto, a imagem sobre a qual agora escrevo, nada tem de original – mas veio-me à mente e a partilho com os que leem meus escritos.

 

Ver além da árvore, a  floresta: visão macro-abrangente…

 

Há pensamentos que são universais – pontos únicos, pois imanentes aos sentires dos seres que se encontram “na floresta” e não nos galhos das árvores, imaginando estar salvos dos perigos que existentes abaixo.  Poderão até  sentir-se assim, porém, não entendem que ‘estar a salvo’, cerceia-lhes o Ser. Mesmo do alto, NADA podem discernir, pois essa alienação não só lhes coloca vendas, como  lhes impede de captar os sons das vozes da Razão e da ALMA. 

Quanto aos demais, os que se encontram na floresta,  serão estes  os que olham para o horizonte que nasce  da LUZ e a ele se integram, dissolvem-se, mantendo, no entanto, sua essência. Contraditório?… Talvez sim, talvez não. Dependerá do leitor… 

 

Sou árvore. Sou árvore.  Às vezes única mas sempre parte da floresta.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque Pinto da Cunha                                                                                                                                                  Rio de Janeiro, 18 de Janeiro de 2013. 

 

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque Pinto da Cunha                                                                                                                                                  Rio de Janeiro, 18 de Janeiro de 2013. 

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