Publicado por: mirnacavalcanti | 18 de junho de 2012

“Music, love and dreams” “Música, amor e sonhos”


   

 

“Deus! Como eu o amo!”

 

Ouviu  a antiga, mas sempre nova canção. Os versos refletiam seus pensamentos e 

sentimentos.

É como ‘entende’ o amor:  puro, apaixonado, intenso, profundo, único, sublime.

 

Ah, assim amar!…  Onde ‘o objeto’ do amor, o ‘outro’ sensível?..



“Dio! Come ti amo!”

 

She listened  once more to the lyrics of this  song: it reflected the way she thought and

felt about love: pure, unique, intense, passionate, sublime…

Ah!… to love this way…

 

Where is ‘the other’ sensitive one? Does this being exist?

.


Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                   Rio de Janeiro, Jube 17th, 2012

 


Responses

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  2. “É como ‘entende’ o amor: puro, apaixonado, intenso, profundo, único, sublime” e, permita-me acrescentar, incondicional e uma única vez.. É assim, com todas as suas belas palavras, que acredito no amor, isto é, que não se pode amar; deixar de amar; amar novamente e assim sucessivamente, mas eternamente, ainda que aconteça percalços indesejáveis.
    Obrigado, sempre, pela oportunidade de reflexão sobre esse sublime sentimento: O AMOR INCONDICIONAL.

    • Boa tarde, WALDIR!

      É este o AMOR com maiúsculas; o ‘verdadeiro’ (desculpa-me o pleonasmo) – o que tanto é falado e pouco sentido; aquele que só pode existir se inserir-se no AMOR ‘total’ – se houver conexão com Deu, com Sua criação e com nossos semelhantes.

      Até penso na possibilidade de poder-se ‘amar’ mais vezes durante a vida – mas sempre terá UM amor que a todos sobrepuja… Poucos há assim, entre tantos os que amam: os poucos que têm a felicidade de encontrar a sua ‘alma gêmea’…

      O”AMOR” é a causa-inspiração das grandes obras de arte em todas as suas facetas; é a orígem de todo o bem, de todos os entendimentos maiores. É ele também o sentimento transformador – tem o poder mesmo de transmutar as criaturas más em boas,pois congrega sentires elevados e sublimes: entendimento, fraternidade, solidariedade, amizade.

      Uma noite com sonhos iluminados, amigo WALDIR!

      • Sim, caríssima, a alma gêmea, aquela mesmo que às vezes se encontra e deixa-se escapar. É aí que penso que se ama uma única vez, não obstante pensa-se que se encontra outro amor. Não; aquele amor é o único e verdadeiro. Ama-se a alma gêmea pelo resto da vida, ainda que de longe. O outro amor não é a mesma coisa. Falo também do mesmo amor que você tão bem definiu como “amor que a todos sobrepuja…”. Desculpe-me por me atrever à tentativa de falar desse doce sentimento com uma poetiza. Não sou poeta, infelizmente. Contudo, agradeço-lhe pela oportunidade. Grande abraço e fique com Deus.


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