Publicado por: mirnacavalcanti | 11 de maio de 2012

“Eu, por mim mesma”


Pergunto-me todos os dias ‘quem sou mesmo’ se aquela que mostro ser, ou aquela que sou na realidade…ou sou, na realidade, aquela que mostro ser? Penso que esta última hipótese é a verdadeira.  (*)


Busco  a beleza , a verdade, a bondade e todos os atributos que nos tornam humanos. 

 

Importante é ressaltar: a beleza que busco em meus semelhantes é aquela que se encontra na alma e refletida em suas ações. 

 

Coloco sempre o ‘imaterial‘ acima do ‘material. O ‘ser’ acima do ‘ter

 

Encontro-me em evolução constante em um Mundo que se está a desagregar. Os Princípios, os Valores, os Sentires, estão dando lugar à inconsistência de um materialismo imediatista, egótico e surreal : à subversão de tudo o que deve ser realmente considerado como fundamental para a evolução humana.

Procuro tesouros, encontrados só nas almas nobres. 

 

Busco a fraternidade, a solidariedade, o entendimento, a compreensão, a sensibilidade em linha assintótica. Sei que nesta Dimensão, não alcançarei tudo o que tenho estado à procura. Muito já encontrei e tento aperfeiçoar-me. 

 

Tudo à minha volta lembra-me da humana condição e o que posso fazer para ajudar meus semelhantes, aliviar seus males suas dores, entender-lhes quando não encontram quem o faça…ouvi-los e falar-lhes palavras de amizade, carinho e amor. ESTA SOU EU.

Durante meu viver tenho cometido erros e acertos, sendo que mais estes do que aqueles. Por ser guerreira do bem – e por haver muitas criaturas iníquas e más, tenho encontrado em meu caminhar  pedras e espinhos – que não conseguem, todavia,  empanar a beleza das flores nem seu olor… que não têm como  tirar de mim o vivificante calor do Sol, nem o refulgir das estrelas e que, ao fim e ao cabo , têm feito com que me fortaleça mais e mais…

Por certo, humana que sou,  tenho ‘acertado‘ e ‘errado’ no transcorrer da vida; mais aqueles do que estes. Jamais, no entanto cometi ato do qual me envergonhasse, ou fiz deliberadamente mal a quem quer que fosse.

Posso seguir de cabeça erguida até o final.

Poucos e preciosos amigos tenho. A maioria  dos seres não se encontram em harmonia com quem sou. Mesmo assim, prossigo, não me deixando abater por vicissitudes: a amparar-me, uma fé inabalável no Criador.

Somos todos seres únicos (como as notas musicais…) 

Há porém instrumentos desafinados…

 

Não me sinto só, pois meu Cristo Interior é minha companhia.  A música, a Natureza,  as artes em geral, meu ofício de escrever… lembranças, sentimentos, vivências… SOU EU entre as silentes esferas, nos múltiplos Universos em expansão.

 

Amigos, penso já ter escrito o suficiente sobre mim  = pelo menos por ora. Mais, seria necessário  escrever uma autobiografia. Quem sabe, um dia? 

A melhor forma de conhecer-me é ler o que escrevo: artigos diversos (críticas, política, direito, justiça, filosofia, poesias,contos e, há pouco tempo os “SHE Said”…etc.) 

Leiam-me, pois, os que gostariam de ouvir o som das notas musicais tocadas em melodia harmoniosa com o Ser”.

 

 

SEJAM TODOS BEM VINDOS , COMPANHEIROS DE JORNADA! 

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque, em 
Rio de Janeiro, 10 de maio de 2012

BRASIL

(*)Foto tirada há aproximadamente uns 5 anos

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