Publicado por: mirnacavalcanti | 20 de abril de 2012

‘AMOR’: transfinitas-finitas energias


                                                                                                                 

 

 

Fui  Sol, pura energia:

irradiava força, 

dissipava  desventuras,

transmitia alegria,

gerava na Terra, a vida…

 

Transformei-me em Lua.

De outro Sol dependia. E luz

penetrante e fria,  à noite emitia. 

… E sonhos de todos acalentava.

Para os enamorados, fui  magia…

 

Agora sou estrela. Não única,

mas como as demais sou ‘única’:

em meio a todas  refuljo  e,  

como a Lua, no gasoso etéreo

do Céu, há milhões de séculos,

flutuo, constante,  à tua procura.

 

Ainda existo. Ser tua é preciso 

 – com a alma desnuda

antes que o não-ser ocorra… 

 

Onde estás, amor de todas as minhas vidas?

Onde estás, Amor de todos os amores?

 

 

 

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                    Rio de Janeiro, 19 de Abril de 2012 

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Responses

  1. Lindo, querida! Obrigada pela leitura.

    • INDIACUI, AMIGA!

      Boa noite!

      Fico feliz em saber que gostaste. Muito obrigada pelo comentário.

      Lindos sonhos!
      Abçs.,
      Mirna.


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