Publicado por: mirnacavalcanti | 3 de abril de 2012

Hans Christian Andersen nasceu há 207 anos


 

Seres reais e diáfanos povoam as mentes puras. Existem ou não? Leia-se Andersen e deixe-se a Lógica de lado para que os sonhos  e as esperanças passem a nos fazer sentir e pensar em um Mundo Melhor: ” Encantado”.

 

NOTA                                                                                                                      

Este artigo foi primeiramente publicado em 02/04/2010(*) . Revisei-o e atualizei-o para comemorar o aniversário de  Hans Christian Andersen , nascido em Odense,em  2 de Abril de 1805,  e falecido em  Copenhague a 4 de Agosto de 1875

 

I  –  INTRODUÇÃO

 

Hans Christian Andersen, se vivo estivesse, em 2 de Abril estaria  completando 207 anos.  Faleceu em 4 de Agosto de 1875, mas encontram-se  sempre vivas entre nós através de suas histórias a encantar-nos a todos, mesmo os adultos. Quase todos lemos,  da lista que está na matéria que posto, senão muitas, a maioria de suas histórias.

Seus contos têm sido reiteradamente traduzidos para quase todas as línguas existentes. Pudera! São expressões suaves de criatividade literária ímpar, que sensibilizam as pessoas  sonhadoras DE TODAS  as idades: as que no fundo da alma, sentem a existência de seres diáfanos, quase incríveis:  Elementais, Espíritos da Natureza:  fadas, sílfides,  príncipes, gnomos… todo o imaginário tangível/intangível, mas passível de ser encontrado por almas puras e inteligências criativas.(**) Histórias também de príncipes e princesas, do verdadeiro amor que a tudo suplanta e, principalmente sobre  o respeito que se deve aos mais velhos , o Amor ao Desamor, o Bem a vencer o Mal; a Luz, às Trevas,   e a sempre esperança em dias melhores se nos esforçarmos à sua busca. 

Curiosidade que muitos desconhecem:                                                                                                                                                                          

muitas vezes, quando Andersen contava suas histórias, gostava de, ao mesmo tempo ou desenhá-las ou fazer recortes das mesmas em papel.  Isso aliado às dicção impostação  e entonação perfeitas o tornaram um quase incomparável contador de histórias . . Há  mesmo em Copenhagen um museu com diversas gravuras e recortes feitos por Andersen.                                                                                                                                                                                   Lembremo-nos de que tampouco havia  televisão ou mesmo rádio. Assim, não se poderia ter registrado, à época, tal fato, mas passou de geração a geração.  Principalmente nos dias frios e chuvosos e  ao anoitecer, após o jantar,era comum  as famílias se reunirem com  com o lume na lareira e as crianças  com os olhinhos brilhantes e sonhadores, sentadas quieta e atentamente à volta de seus pais, avós, tios… para  ouvirem  extasiadas as histórias que lhes povoariam os sonhos de infância e lhes acompanhariam por todas suas vidas. Cresciam, tinham seus filhos, e o hábito  se ia consolidando…  

Graças a esse saudável viver, pois unificava a família, não só sua criação, como seu modo de viver chegou até nós.   Portanto, nem se alegue que foi com a invenção  da impressão com tipos móveis  por Gutemberg, por volta de 1439. Mesmo aquele  processo de produção em massa de tipo móvel, usando  tinta base de óleo, era de elevado custo e usado somente para assuntos importantes…


É de tal importância sua contribuição para a literatura infanto-juvenil que 2 de abril foi escolhido como “Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil”. Acresça-se ainda o fato de que o mais importante prêmio deste gênero de literatura, tem o seu nome. Voltemos ao passado e lembremo-nos o quanto nos deliciávamos com as histórias que ele escreveu. 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                      Rio de Janeiro, 03 de Abril de 2012

 

(**) Benditos sejam, Anjos da dos Quatro Elementos da terra, da água, do ar e do fogo. Ó vós, fiéis servidores de Deus, benditos sejais! Sejais benditos vós também, filhos da natureza, espíritos que povoais as grotas, as florestas, as montanhas, os mares, os lagos, os rios, os ventos, as nuvens, o sol”.

 

II – Hans Christian Andersen nasceu há 207 anos, no dia  dois de abril

Todos o sabem autor de histórias; poucos, que também era poeta. De família humilde, com pai sapateiro, Andersen teve dificuldades para se educar, mas os seus ensaios poéticos e o conto Criança Moribunda garantiram-lhe um lugar no Instituto de Copenhague. Escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias, e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.

Entre os contos de Andersen, destacam-se: O Abeto, O Patinho Feio, A Caixinha de Surpresas, Os Sapatinhos Vermelhos, O Pequeno Cláudio e o Grande Cláudio, O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia, A Roupa Nova do Rei e A Princesa e a Ervilha, dentre outros.

Publicou, ainda, O Improvisador (1835), Nada como um menestrel (1837), Livro de imagens sem imagens (1840), O romance da minha vida (autobiografia em dois volumes, publicada inicialmente na Alemanha em 1847), mas a sua maior obra foram os contos de fadas (Eventyrog Historier, ou Histórias e Aventuras) que publicou de 1835 a 1872), onde o humor nórdico se alia a uma bonomia sorridente, e onde usa simultaneamente a base constituída por contos populares e uma ironia dirigida aos contemporâneos.

Fontes
http://peroladecultura.blogspot.com/2010/04/hans-christian-andersen.html

(*)http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=22473

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Responses

  1. Mirna
    Parabéns, pelo excelente trabalho.
    Sucesso sempre.
    Abraços
    Adalberto Day cientista social e pesquisador da história em Blumenau

    • Boa noite, ADALBERTO!

      Agradeço tua gentileza em comentar este texto de hoje. Será um prazer saber-te leitor do que escrevo. “sucesso”, para mim é isto: transmitir meus sentires e pensares… interagir com os leitores – mesmo sendo a possibilidade de um dia conhecê-los pessoalmente remota – apesar das distância ‘encurtadas pelos modernos meios de locomoção.

      Pretendo, sim, escrever em duas linguas daqui ‘prá’ frente. A nossa e a Inglesa, já que é internacional e assim alcançarei maior número de pessoas.

      Que Deus me ajude!

      Fraternal abraço,
      Mirna C.


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