Publicado por: mirnacavalcanti | 16 de março de 2012

“MAIORCA Tupiniquim” , fonte de inspiração


                                   A vista, a qualquer hora do dia, independentemente do tempo, é ‘cartão postal’.   

                                            No entanto, as infiltrações estão a deteriorar os cômodos todos do imóvel.    

                                        Desnecessária   descrição ‘apenas’ mais um teto danificado pelas tubulações. 

        Um dos ‘bolsões’ d’água causados por infiltrações da tubulação do prédio, onde há constante gotejar.

                 Balde colocado em outro cômodo, para recolher a água que literalmente escorre pela parede.                                                                              

Segmento  do teto de um dos cômodos do imóvel danificado  por infiltrações. Há diversas estalactites e literalmente verte água.

                                                                                                          

SINOPSE

Versa sobre infiltrações em condomínio. Direitos de todos os cidadãos consagrados na legislação não são respeitados por muitos administradores (síndicos, subsíndicos, membros de Conselhos existentes, etc). Certamente muitos leitores têm passado por problemas semelhantes.Desacreditando a Justiça, não movem as ações cabíveis.Devem fazê-lo, pois será um freio para a falta de incúria.

PRÓLOGO

“O homem faz a história a partir de uma realidade que ele encontra, e só a partir dela”.    (Paulo Freire)                                                                                                           

 

É difícil acreditar-se que esta poesia foi inspirada em fato que ocorre em um apartamento de cobertura, à beira-mar, comprado com sacrifício do trabalho árduo de toda uma vida. Não foi recebido por herança alguma. Esta, foi  a inquebrantável retidão  de caráter, dignidade, civilidade, respeito, consideração aos demais, coragem, estudo e legado ético e moral que fizeram de  seus proprietários  criaturas DE bem e DO bem.

No entanto,  o referido imóvel, encontra-se tomado por goteiras, mofo, fungos vários… que têm causado diversos problemas de saúde aos seus ocupantes.   A origem? Infiltrações  provenientes das tubulações que correm longitudinalmente sobre o teto do apartamento e que distribuem água para as demais unidades do prédio.

Vez que há dez longos anos essa falta de zelo e boa vontade em consertar o que é da obrigação do mal administrado condomínio, e sendo a vítima desta incúria escritora, decidiu  compilar a miríade de acontecimentos em tons humorísticos, satíricos e até irônicos .

Revela que com criatividade e fé, pode-se, de um fato negativo, transformá-lo em positivo e ainda fazer poesia inteligente, irônica. Acima e além é possível ainda ajudar os demais que tenham tido,ou têm problemas criados  e não resolvidos, pelos responsáveis pela administração (síndico, subsíndico, conselhos… ) de seus respectivos condomínios.

Escrever assim É SERVIÇO – MESMO – DE UTILIDADE PÚBLICA.

Durante esses longos anos, tem  enviado e-mails para os irresponsáveis responsáveis e  esses, alheios ao cumprimento de seu dever, não  solucionaram os referidos problemas, obrigando-a  a agir.

Pela decorrência de cerca de uma década, e tendo acumulado material suficiente,  dará a vítima boa finalidade ao exaustivo trabalho que tem tido: escreve outro  livro. Este compreenderá contos, crônicas e inclusive indicações para leigos. A legislação pertinente ao assunto será tratada de maneira didática e fácil a orientar como agir, quando problemas surgirem nos condomínios onde moram.

“Não há direitos pequenos. Se desrespeitados, devem ser defendidos. É uma forma de exercer a cidadania’ .

Será de ajuda para outras ‘vitimas‘  e de alerta para aqueles que não estejam a cumprir seus deveres e imaginam que têm o direito de afrontar as leis.  O título provisório: ” IRRESPONSABILIDADE dos SÍNDICOS, DIREITOS DOS PROPRIETÁRIOS: historiais surreais.”                                                                                                                                           

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                           Rio de Janeiro, 15 de Março de 2012

“MAIORCA Tupiniquim” –  fonte de inspiração

 

Noite insone.

Estava irrequieta

Sentia quase agonia…

Há meses não chovia.

Porem, seguia sem parar

de todos os tetos o gotejar.

Sucessivos, irritantes,

ritmados, compassados,

iguais e  irmanados pingos

caiam: Ping, ping,  ping…

E  tantos, que formaram –

acreditem! Longas, contínuas,

crescentes estalactites…

 

Ping, ping, ping…

A poeta, enquanto escrevia,

Pensava na irresponsabilidade

Dos que isso permitiam…

e a situação não resolviam…


Porém, todo o mal traz

sempre um bem…

E foi o que ocorreu.

 

Se na paradisíaca Maiorca

os pingos inspiraram CHOPIN

ela, em terras tupiniquins,

vez que por si, aos estragos

não poderia dar um fim

(por não ser responsabilidade

sua, mas do condomínio)…

Há tempos – e muito  tem escrito   

sobre esta surreal realidade.


Editores têm-na contatado.

Ainda não decidiu com qual

deles, contrato irá firmar.

Está mesmo aberta a ofertas de

outros mais – daqui e d’além-mar.

 

O final dessa história será justo.

Deus não proteje os malvados.

Por seus atos serão julgados;

exsurgirá a verdade: execrados.

 

E o livro? Certamente irá ‘bombar’ !

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                    Rio de Janeiro, 15 de Março de 2012 

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Responses

  1. Qualquer pessoa sabe que o ferro, quando exposto à umidade, enferruja facilmente e perde assim, sua força de sustentação para o concreto. Os moradores devem procurar um profissional para examinar a estrutura deste prédio

  2. WILSON,boa tarde.

    Concordo contigo, amigo.
    Sim, por sabermos (eu sou leiga, mas muito tenho estudado sobre o assunto) não há como aceitar-se um engenheiro fazer que desconhece tão gritante fato.

    Há ação na Justiça contra o condomínio e este, réu, através de seu ‘representante legal‘, com seu advogado e usando serviços de perito tudo tem feito para postergar a decisão da juíza. Procrastinam o mais que dá, afirmam inverdades, anexam ‘documentos’ falsos... agem todos enfim, mesmo os intervenientes, como ‘litigantes de má-fé‘. Seus atos todos se enfeixam e encaixam nos incisos insertos no próprio Código de Processo Civil, artigos 14 a 18.

    Preocupada com a incúria flagrantemente reiterada e vendo o imóvel deteriorar-se e a saúde cada vez mais prejudicada, passou a vítima a escrever publicamente.

    Seu intuito é ver não só a JUSTIÇA ser distribuída, como alertar outras pessoas que passam por problemas semelhantes. Pelo que se lê – e sabe – no entanto, é difícil- quase impossível mesmo, existir condomínio cujos administradores tenham alcançado o grau de magnitude de irresponsabilidade tão elevado quanto o do caso em tela.

    Bem, é assunto desagradável, que breve deverá ter seu fim.

    Grata por teu comentário,
    desejo-te um excelente fim de semana.

    Fraternal abraço,

    Mirna.


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