Publicado por: mirnacavalcanti | 16 de novembro de 2011

“Flechas lançadas”. Missão cumprida?


                                                                                                                  

"Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos."     salmo 127.4

"Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos." salmo 127.4

É sabido que não criamos os filhos para nós, mas para o mundo.                                                                                                         São como sementes lançadas à terra, que deve estar preparada para a semeadura. São regadas, cuidadas … colocamos fertilizantes… crescem e vão sendo estaqueadas, para manterem seus caules eretos   podamos,  aguardamos a primeira floração, e esperamos os frutos.                                                                                                                   Alguns são dulcíssimos; outros, nem tanto, mas são, como os primeiros, muito amados  frutos do amor, da árvore da vida. Cada fruto é provável potencial de perpetuação da espécie, à qual, por sua vez, dará seqüência a novas ‘árvores’… Assim tem sido desde o início.

 A espécie humana é uma das poucas, entre os animais, que guarda – ou tenta guardar – os laços familiares .       A maioria dos animais, assim que so filhotes  aprendem a andar – ou voar- enfim, locomoverem-se, é ensinada a buscar a própria comida, ou a voar.

Não pretendo discorrer aqui sobre as espécies todas existentes, pois há algumas poucas que se mantém unidas. Nesta pequena introdução, refiro-me apenas aos humanos.                                                                                        Temos que preparar os filhos para a vida. Às vezes o fazemos bem, outras não – mas na maioria do tempo, pensamos estar fazendo o melhor – e geralmente fazemos o melhor que podemos.

Há que vermos também, as diferenças de culturas. O latino é mais apegado à família – o que costumeiramente não ocorre com o anglo-saxão. De qualquer forma, mesmo tendo dado frutos, a árvore-mãe, mantém-se como tal. Por isso a cultura oriental na sua milenar  sabedoria, reverencia os idosos e a memória dos antepassados.

NOTA: amigos leitores, voltarei a este assunto oportunamente, pois há muito que escrever. Na verdade, não é matéria exaustiva.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque

 Rio de Janeiro, 16 de Novembro de 2011.

Microconto:”Flechas lançadas”. Missão cumprida?

Casou-se, teve filhos, a eles dedicou-se. Foi a melhor mãe que pode : mestra, babá, cozinheira, lavadeira, faxineira…  

Hoje os filhos estão longe.


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