Publicado por: mirnacavalcanti | 22 de agosto de 2010

A “ÉPOCA” de Dilma e a Minha época


 

"Nenhum homem é bom o bastante para governar os outros, sem o seu consentimento"

"Nenhum homem é bom o bastante para governar os outros, sem o seu consentimento"

 

“Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes” . Abraham Lincoln

I – A Minha Época

Senhores leitores,

aprecio a literatura desde tenra idade. Ao atingir meus 10 anos, já estava a ler os clássicos e desses em diante, tudo o que me tem chegado às mãos e que penso poderá acrescentar ao meu Ser. 

A leitura de obras de bons escritores, aqueles que primam pelo bem escrever, muito ajuda no aperfeiçoamento tanto a língua materna, quanto qualquer outra que se esteja a falar. No caso, sendo o Português minha primeira língua e a mais usada – entre outras, como instrumento de trabalho, tento escrever o melhor possível. Todavia, devido à escassez do tempo e à pressa para terminar meus ‘escritos, cometo falhas que não gostaria de ter cometido.

Tive mestres, a começar por meus pais e membros de minha família, como tios, madrinha, avó (só conheci uma, pois quando nasci, os demais já haviam, infelizmente falecido.

Desde pequena, (quatro, cinco 5 anos), o Destino passou a colocar à minha frente, mestres. Minha primeira professora, chamava-se Hercília. Ensinou-me a ler e escrever, bem como os fundamentos da Matemática, e ainda foi minha mestra nos estudos iniciais do piano. Morava em frente à nossa casa e ofereceu-se para ensinar-me sem jamais querer receber dinheiro algum. Que Deus a tenha. Era um Ser iluminado e generoso.

Houve muitos outros mestres, aos quais serei eternamente grata. Tenho -os  guardados em minha memória e alma como amor. Devo-lhes, a todos – sem exceção – o Ser no qual seus ensinamentos me tornaram. Imagino que, sem alguns deles, eu não seria quem hoje sou. Isso não quer dizer que seja perfeita, mas quer dizer sim, que meu Caminho  é o da Luz.

Ao mesmo tempo em que me ensinavam as matérias que lhes competia, a cada um separadamente transmitir-me, iam ainda muito mais  além . Recebia aulas inesquecíveis até hoje, do mais puro humanismo, de filosofia, psicologia, geografia, história, matemática e assim por diante.

Estudei em escolas públicas em Porto Alegre, meu saudoso rincão natal. Ensino excelente, professores maravilhosos – mestres, quase todos, que me ‘foram moldando’, juntamente com minha família,complementando-me o caráter e fornecendo-me conhecimento.

Depois, prestei concurso para obter uma bolsa de estudos para os Estados Unidos, fiquei em segundo lugar e permaneci lá dois anos, onde terminei o Secundário. Entre outras matérias, aprendi Oratória.  Esta, sempre incentivada por Miss Atkins que gratuitamente dava-me aulas após o horário escolar. Ela pensava em preparar-me para concursos vários da arte de falar em público  -realizados no Estado da Califórnia.                     Sinceramente, como até então jamais havia discursado, tinha receio de que pudesse sair-me mal. Ao contrário: saí-me muito bem, pois tirei dois segundos lugares e um primeiro lugar – competindo com americanos.

Não fosse miss ATKINS, não teria sido escolhida, alguns anos passados, para ser oradora oficial das faculdades de Música e Filosofia (da Universidade do Rio Grande do Sul- URGS e da PUC-RGS) aos dezenove e vinte e um anos, respectivamente.

Iniciei a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais logo depois, passando entre os primeiros para PUC-RGS, fato pelo qual me foi concedida uma Bolsa de Estudos.

O senhor Destino, uma vez mais, mudou o curso de minha vida. Casei-me e vim morar no Rio de Janeiro onde, por minhas notas, foi possível a transferência para a Faculdade de Direito da UFF na qual, ao término do curso, graduei-me com as notas mais altas até então obtidas por qualquer aluno desde a fundação da referida faculdade. Novamente – e desta vez competindo com nove colegas, fui escolhida oradora oficial por uma banca composta por professores catedráticos.

Continuo a estudar, a ler e há algum tempo, iniciei o ofício de escrever.

Tenho usado meu conhecimento em benefício de meus semelhantes e este é um dos motivos que enche meu coração de alegria: saber-me útil, fazer o bem e auxiliar quantos puder a crescerem como seres, como eu continuo a crescer cada dia que passa, com as lições que a própria vida ensina.

Portanto, como também ensinou-nos Lincoln, um dos maiores estadistas de todas os tempos., “ só tem direito a criticar aquele que pretende ajudar” , e é o que tenho feito toda a vida, sem estar na politica, mas no exercício de minha profissão, não tenho como calar-me ante tudo o que está acontecendo neste nosso Brasil, inclusive com a conivência de grande parte da mídia.

Quando FHC era presidente, atropelou literalmente a ordem jurídica ao editar Medidas Provisórias quando lhe convinha, como foi o caso de modificar a Constituição para dobrar o tempo de mandato. Conseguiu, de forma nada esconsa, consoante noticiou diversas vezes a própria mídia, pagando 200 mil reais por cabeça para que os membros do Legislativo aceitassem sua proposta. Nisso, foram não só culpados, como coniventes, os que receberam para assim agirem.

FHC em seu primeiro mandado não foi ruim, mas no segundo, foi lamentavelmente o reverso do primeiro – negativamente considerado.

Enquanto isso, Lula acusava seu antigo companheiro – e com razão, por uma série de atos, como a inclusão do Fator Previdenciário, nefasto para os trabalhadores pertencentes ao RGPS, etc.

Pois bem, após esse período negro da História do Brasil, cansada das arbitrariedades do presidente-Scholar, pensei que votar em Lula seria uma boa escolha – quem sabe, um homem vindo do povo, além de compreender as vicissitudes pelas quais o povo passava, daria aos  problemas, solução. Enganei-me. O sábio ABE   LINCOLN novamente ensina:                                                                                                                                        “Se quiseres por à prova o caráter de um homem, dá-lhe o poder”

Não necessito entrar em detalhes que todos conhecem. Os escândalos nesses quase oito anos, desde o início de seu governo, conseguiram suplantar os do tempo de seu antecessor – e ainda estão sem solução.

Desculpa alguma é aceitável, pois os Princípios  todos são  inflexíveis. E esses Lula, o Reizinho de Pindorama ou realmente desconhece – ou finge não conhecer. Seus atos todos levam à conclusão que tem discernimento suficiente para saber o que é certo e o que não é. Sabe muito bem o que faz. É inteligente e vivo, mesmo sem estudo e, quanto ao seu caráter, a frase em negrito, de Lincoln, mostra-se verdadeira.

Ter indicado a senhorinha Dilma como sua candidata à sucessora, é de uma irresponsabilidade incomensurável . Carece ela das características  todas que os romanos consideravam essenciais para o probus administrator .

Oito anos de FHC, seguidos de mais oito de Lula e, considerando-se por absurdo – no mínimo mais quatro  dessa senhorinha, certa estou de que oo Brasil entrará de uma vez por todas na Idade das Trevas.

Isso não podemos nem devemos admitir. Temos o dever de alertar esse nosso povo bom, mas ignorante, das pretensões desse Homem de Garanhuns e de sua Turma, que tudo tem pelo Brasil – menos amor – e menos ainda patriotismo. Formam um bando aves de rapina que não merecem confiança alguma.

Esse Plano tem sido urdido há décadas, e tutelado pelo cubano Castro, que, se ainda não morreu, é pelo fato de o Diabo não querer concorrente no inferno.

Finalizo este artigo, citando mais uma vez Abe Lincoln:

“Tu não consegues escapar das responsabilidades do amanhã esquivando-te delas hoje.”

Portanto, compatriotas, façamos o que devemos fazer, este país, esta grande Nação, tem que acordar para a realidade. Cabe-nos – a todos – fazermos para que tal ocorra.

 Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                          OAB/RJ 004762

 Leiam, a seguir:

 

II –  A “ÉPOCA”  de Dilma,

Escrita  em 18/08, por Paulo Martins, em sua Coluna “Isto Posto”, da Gazeta do Paraná

 
 

É uma lástima que certa imprensa – conflitando-se com o princípio da objetividade – esteja se prestando à pauta em favor de propaganda da ex-terrorista Dilma Rousseff. A matéria da revista Época desta semana, por exemplo, começa com pregação subliminar – ao contrário do que se imaginava pela foto da capa e títulos e subtítulos – de apoio a Dilma, para transformar-se aos poucos e de forma direta numa das mais horrendas e deturpantes peças jornalísticas que ao longo dessa minha profissão tive oportunidade de pousar os olhos.

 Texto completo

Deveria ter desconfiado, afinal, Época pertence às Organizações Globo, empresa que mostrou para o que se presta, depois do ágape na mansão de Lilly Marinho em homenagem a ex-terrorista, regabofe que não sei se constou do trato em torno do escandaloso empréstimo abiscoitado no BNDES. Procurei um pouco de escrúpulos na redação. Em vão. Época detona miudezas em busca de promover aquela criatura, aportando até na ridícula tentativa de promovê-la como “inteligente, culta, leitora de livros”, bondosa quando no cárcere destinado tanto a terroristas como ela o foi, como também a assaltantes, seqüestradores e matadores. Os atrevidos bajuladores, via palavra escrita, insistem em também passar sua imagem como de uma “heroína”, desferindo, pela forma, dolorida cotovelada moral nas fuças de quem conhece a história. Insiste em afirmar que Dilma foi vítima “da ditadura”, destacando, entretanto, que a terrorista recebia visitas de parentes, assim como revistas, livros, tomava banho de sol, via televisão, ouvia radio (que ditadura era aquela!!!?) e tentou inocentá-la de assaltos, entre os quais o do cofre do ex-governador Ademar de Barros, episódio que fez com que “companheiros” a afastassem depois, não apenas pelo fato de não ter dividido a bolada como devia, mas por ter se revelado mulher de inteligência limitada. Os “apóstolos” de Dilma, ao escreverem o texto, não se deram conta de que a certa altura afirmam que MUITOS documentos não são mostrados sob hipótese alguma para, depois, registrar que consultaram TODA a documentação (sic) pag. 46. Essa barrigada, certamente, passou despercebida até dos Marinho, aos quais, certamente, foi o texto submetido à apreciação antes da publicação. E quem sabe aos petralhas. A reportagem se torna mais atrevida ainda quando tenta induzir o leitor sobre o nível intelectual de Dilma, como sendo elevado. A atitude conflita-se com a realidade que é provada hoje pela Internet, com vários clipes da dita cuja, mostrando-a dona de uma ignorância acentuada, sem sentido em respostas à perguntas elementares e confundindo-se justamente em termos literários, quando é ajudada – também desastradamente – por assessores. Aponta a centralizadora de vários nomes como “participante da luta armada contra a ditadura militar.” Falso. Dilma Roussef  jamais participou de luta contra o que chamam de “ditadura militar”. Ela foi, sim, assaltante, uma terrorista que buscava implantar no Brasil o regime comunista. Tanto que o que chamam de “ditadura militar”, nada mais foi do que uma reação ao banditismo representado tanto por Dilma quanto por outros desclassificados que hoje tentam se projetar como “lutadores contra a ditadura”. Antes, comunistas, terroristas, assaltantes, seqüestradores – têm até assassinos no bando – hoje anunciam-se “heróis”. Heróis de que? Ao contrário, foram repelidos e quem exigiu uma posição rigorosa contra a nódoa de esgoto que pululava foi a população brasileira que saiu às ruas em quase todas as capitais nas famosas passeatas que levaram o nome de “Marcha da Família Com Deus pela Liberdade”. Dilma liderava quem ? O povo é que não era, nem a conhecia por insignificante, hoje herdeira de um saltimbanco que tenta lhe passar o Brasil como se fosse seu quintal. Nem ela e nem os demais capangas do indigesto e nefasto comunismo destacavam-se como lideranças. Então, que luta era aquela na qual se atirou através de ações de assaltos e seqüestros? Que tipo de luta foi a de seqüestrar pessoas inocentes, de matar pessoas inocentes (e foram quase duas centenas assassinadas por eles) de assaltar bancos, de colocar bombas de lugares públicos mutilando brasileiros, quando não matava, em busca da implantação do comunismo? Banditismo é democracia? Revelando total desprezo pela moralidade de um texto, dizem que nos porões aos quais Dilma e demais terroristas eram conduzidos, “eram recebidos batendo”. Ora…Ora…o regime que queriam implantar no Brasil era o de Cuba e lá, os contrários “eram recebidos morrendo”, levados ao Paredon pelos sanguinários Fidel Castro e Tchê Guevara, inspiradores de gente como Dilma Rousseff. A revista buscou transformar o diabo em anjo, embora, nessa intenção, não tenha estado de todo errada, pois anjos também os há…do mal. Assim, tentar convencer que a criatura “lutou contra a ditadura” e passar à opinião pública uma inverdade, é um desserviço da imprensa à sociedade, é uma falsidade, é uma cilada…é uma cretinice para a qual a imprensa jamais deveria se prestar. A propósito: Dilma, integrante dos grupos terroristas Colina e depois Var-Palmares, responsáveis pela bomba que estraçalhou o corpo do soldadinho Mario Cozer, dezoito anos, foi presa, sim, porém, para ser impedida de continuar praticando atos de terrorismos, assaltos, etc. mas jamais foi torturada. Ela mente quando faz essa alegação, tanto quanto mentiu em várias outras ocasiões, principalmente quando tentou se passar por Norma Bengel, por doutora e por ter mestrado. Mentiras, portanto, e ao que parece a verdade em Dilma só há quando ela mente. Enfim, não há nem um questionamento, pois está evidente, está claro, está escancarado: A matéria da revista Época busca diminuir o impacto das verdades que estão tanto na Internet, sob a terrorista Dilma Rousseff, como contra o que certamente estará sendo revelado nos programas políticos. É mais um golpe do PT, a exemplo de outros golpes que, ao inverso da revista Época, outra revista – a Veja – tem revelado semanalmente, tendo os petralhas como protagonistas. Quanto a afirmação de que “naquele tempo fazer oposição aos governos militares era subversão”, é outra inverdade daquelas páginas povoadas de vergonha. Como jornalista, sempre fiz críticas ao governo, fui o locutor que no Rio Grande do Sul abriu o que apelidaram de “campanha da legalidade”, na verdade fui seqüestrado dentro de um estúdio da Rádio Farroupilha pelo ser. Leonel Brizola e seus apóstolos, e tomei atitude de oposição jornalística em várias circunstâncias ao longo dos anos contra o governo militar, e jamais fui considerado subversivo. Recebi contestações de integrantes do governo, mas em nível civilizado, nunca admoestado. 

E por final: A liderança do “CONTRA GOLPE” em 64 (não golpe) foi de governadores, todos civis.  

 

 

 

 

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=3639&Itemid=1

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