Publicado por: mirnacavalcanti | 21 de agosto de 2010

Educação


"Não vale de nada a instrução, se não vier acompanhada da educação, aquela que nos faz crescer verticalmente, em direção ao TODO, para voltarmos a integrá- Lo."

"Não vale de nada a instrução, se não vier acompanhada da educação, aquela que nos faz crescer verticalmente, em direção ao TODO, para voltarmos a integrá- Lo."

II – PRÓLOGO
Este artigo, escrito  foi por Geraldo José de Souza, escritor. Procurei no GOOGLE, mas não pude chegar à conclusão de quem se tratava. Encontrei homônimos. Um em Brasília, cardiologista e outro, no estado do Rio. Há mais alguns, cujo nome de família é diferente (acrescido) a outros, ou apenas outro mais.
Gostaria de saber quem é.
De qualquer forma, por ter escrito este artigo e por sua sensibilidade na escolha do texto e na forma que o apresentou, é um homem, além de preparado, educado – alguém raro de ser encontrado hoje em dia .
Triste é constatar-se – e cada vez mais tem se tornado consoante o passar do tempo, encontrar-se no Caminho da Vida, ’gente’ que ’ é “Gente de Verdade” (vide: “Gente que eu Gosto”). (*)                

Isto devido a fatores vários: sociais,  tecnológicos de toda a espécie (televisão, jogos eletrônicos, etc.), pela involução social- não evolução –  pelo desfazimento- ou ’conceitos diferentes de família. Esta não é mais conhecida como há  não tantos anos passados. As vertentes são várias, mas o resultado a ser esperado, levando-se em consideração o mencionado retro, na maioria das vezes, é negativo para a evolução da criatura como SER.

Portanto, o artigo que hoje posto pode ainda ensinar muito para os que querem aprender, não importando a idade que tenham.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque

 (*) http://www.talentos.wiki.br/post.php?id=21449

(**)http://www.professor-william.blogspot.com/

II – Educação dos filhos

“O que se dá é que geralmente se imagina que o ser bom, justo e verdadeiro; o ser probo, sincero e amorável, não requer aprendizagem.” Pedro de Camargo – O Mestre na Educação, p. 21.

Esse autor (cap. 33 dessa obra) conta que Licurgo – célebre orador e legislador de Esparta -, aceitou falar sobre Educação, mas pediu três meses de prazo.
Por que um sábio pedir tanto tempo para compor simples exposição de idéias?

Exigência aceita, prazo cumprido, ei-lo frente à multidão ávida de ouvir-lhe os conceitos. Trazia dois cães e duas lebres. Soltou um cão e uma lebre. Em instantes o cão dilacerou a lebre.
Libertou a seguir os outros dois animais. O público estremeceu, antevendo nova cena de sangue. Para surpresa geral, o cão aproximou-se da lebre e brincou com ela. Esta correspondeu, sem nenhum temor, às suas iniciativas.
 

“Eis aí o que é a educação. Os cães, da mesma raça, têm a mesma idade. Foram tratados e alimentados em idênticas condições. A diferença entre eles, é que um foi educado, e o outro não.”Em Carta aos Pais, Thereza de Brito, Espírito – médium J. Raul Teixeira – pede-nos: “(…) não deponha sobre os ombros da companheira-mãe a responsabilidade de, sozinha, conduzir o lar, educar a prole, acompanhar os passos dos pequenos (…) fazendo-se presente onde se torne preciso. Você pode e necessita (…) conduzir ao Criador as almas que lhe foram (…)” confiadas.
E sugere ainda:

Olhar os filhos nos olhos; sentir-lhes o íntimo, nas ’janelas da alma’;
Renunciar a
lazer pessoal, para estar com eles;
Acompanhá-los nos compromissos escolares: sentem-se seguros, apoiados;
Dialogar; conversar sem gritar; orientar sem impor-se; corrigir, sem agressão, para que adquiram o senso de equilíbrio; ouvir-lhes as histórias do dia-a-dia; as opiniões sobre a vida; as pessoas; os fatos; esclarecendo-os e auxiliando-os a discernir;
Conhecer e visitar os ambientes que frequentam; com quem estão; o que fazem. Chamar-lhes a atenção com carinho e energia, desviando-os de caminhos obscuros, de falsos líderes;
Não trocar por presentes materiais a afeição que lhes deve (“Não se conquista simpatia real com presentes, truques e fingimentos, mas, sim, com sentimentos verdadeiros, amizade e autoridade fraterna.”);
Ofertar-se a eles; conviver com bondade e bom humor; sorrir, ajudá-los em pequenos serviços. Viver, exemplificando, os ensinos que lhes ministrar.
Isso ficará, não só neles mas nas almas dos filhos que lhes forem confiados.
Quanto à educação moral e espiritual, o templo religioso e os professores têm sua parte; mas a responsabilidade maior é dos próprios pais.
Não lhes cabe apenas alimentá-los e vesti-los; propiciar-lhes a cultura do intelecto, mas ensiná-los na aquisição de virtudes.
Corrigir-lhes as más tendências, sem sermões: poucas palavras, com amor.
Que compreendam as lições, eis que aquele que compreende age corretamente na presença ou na ausência de superiores.
Ensiná-los a conquistar o hábito da bondade
:

“Aquele que é bom para os outros é melhor para si mesmo.”

Para formar-lhes o caráter; tenham vida digna e um porvir espiritual seguro, evangelizá-los; apresentar-lhes os ensinos de Jesus, no estudo do Evangelho em família, na vivência e nos exemplos, pelos pais, desses ensinos. Esse o dever primeiro dos pais.

A paternidade é a mais bela missão confiada por Deus ao homem. E, no dizer de Platão (428-384? a.C.): “Não deveria gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los.”


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