Publicado por: mirnacavalcanti | 19 de agosto de 2010

VARIG E AERUS: OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS POR SEU TRISTE FIM: DILMA e LULA


 “Quando os governantes fogem de suas responsabilidades fundamentais,  devem sair o mais rápido da vida pública,  pois envergonharam o cargos aos quais foram guindados pelo voto do povo” 

VARIG, VARIG, VARIG !!! Poderás voltar a ser o orgulho deste nosso Brasil. Tudo dependerá de quem detém o poder para isso.

VARIG, VARIG, VARIG !!! Poderás voltar a ser o orgulho deste nosso Brasil. Tudo dependerá de quem detém o poder para isso.

 

I – INTRODUÇÃO

O conteúdo do e-mail que recebi é por demais revoltante, sobrepõe-se mesmo à própria indignação.

Não tenho pejo algum de registrar aqui que não tive como conter as lágrimas e estou a escrever-lhes, neste exato momento, com as mesmas a rolarem-me pela face. Sinto- me profundamente triste por reconhecer minha total impotência ante a desumanidade que reina no coração da maioria dos seres humanos, principalmente nos representantes do povo, não importa em que esferas do Poder se encontrem.

Principalmente Lula: faz-me dele sentir incontrolável repulsa como criatura. Enoja-me mesmo, vê-lo mentir tantas e tantas vezes, como só tem feito.

Gastam, ele e os seus : dinheiro – ou melhor: esbanjam dinheiro enquanto segmentos de nosso povo – que contribuíram para suas aposentadorias , como os trabalhadores do RGPS – que nada tiveram a ver com os desmandos perpetrados pelos governos. Os trabalhadoresos da VARIG e do  AERUS,- todos os aposentados em geral, têm sido humilhados por um governo desumano, mentiroso e incompetente: que usa ‘antolhos, porque quer e finge não saber de nada, e faz-se alheio ao sofrimento de seu povo , enquanto tenta demonstrar  piedade para com os habitantes de outros países – tudo para receber, quem sabe, algum posto de altura mundial.

Deus é grande e não é cego, nem surdo.

Há de ouvir minhas preces para que tal não ocorra.

Suplico-LHE, ajoelhada, que dê a todos os que estão a agir juntamente com seu líder, Lula, o castigo que merecem .

Deus é bom e por isso, a Suprema Justiça e Desta, eles não escaparão.

Senhores leitores:

é importante que saibam todos: não sou procuradora dos que defendo – nem trabalho como sua advogada .

MAS ADVOGO POR SUAS CAUSAS, SEM QUE ME TIVESSEM PEDIDO. Sinto, pela profissão que exerço,o dever de fazê-lo.

Esclareço que tampouco me pediram para que eu postasse este e-mail como artigo. Eu o faço, por solidariedade e principalmente por amor.

Outrossim, esqueci-me tantas foram as vezes que escrevi, que  mesmo apelei, por e-mails e inclusive pessoalmente para muitos desses políticos que aí estão. Escrevi para o próprio  Lula, o presidente do povo…(tolo povo) diversas vezes e a resposta- automática- tem sido sempre a mesma.

REITERO, no entanto  e veementemente –  TUDO O QUE TENHO ESCRITO SOBRE ESSE ASSUNTO: “DIGNIDADE PARA OS APOSENTADOS”.

MESMO COM AS ELEIÇÕES BATENDO ÀS PORTAS, há sindicalizados que, sem  nada terem na verdade recebido em troca, apóiam, por razões suas os SINDICATOS, FEDERAÇÕES E CONFEDERAÇÕES que, por sua vez, fazem lastro para aqueles políticos que pouco têm por eles feito.

 QUANDO ISSO TUDO TERMINARÁ?

JÁ QUE OS POLÍTICOS ESTÃO A FAZER-SE DE SURDOS E CEGOS, MAS NÃO DE MUDOS e

CONSIDERANDO AINDA QUE:

1 – Continuam  a prometer o que não pretendem cumprir (da mesma forma que Lula prometera por anos a fio…) sua candidata está a seguir-lhe os passos, qual lobo vestido de ovelha e a prometer fará, com exacerbada megalomania, chegando ao paroxismo de visões futurísticas improváveis de ocorrerem;

2 – quem poderia ter feito mais – muito mais – como o Senador Paulo Paim, não o fez;

3 – os representantes das classes  dos trabalhadores vivem para seus sindicatos, federações, confederações ou já teriam agido no sentido de solicitarem auditorias ao TCU na Seguridade Social (*).

Com o devido respeito aos poucos – se os há a maioria não defende os direitos de seus associados;

3.1 – para o cúmulo, ainda solicitam para os referidos associados que “pressionem os parlamentares com e-mails”.

3.2 – “PRESSIONARos representantes do povo para que façam seu dever? Raia o absurdo. Não foi por ‘falta de pressão’ que não atuaram, mas por motivos outros: esconsos e sombrios que, se fossem revelados e chegados ao nosso conhecimento, esses senhores jamais voltariam a receber voto qualquer que seja, a não ser os deles mesmos, de seus familiares e os de seus apaniguados.

 3.2 – Nem se alegue que ‘tentaram’. No caso tentar só, não basta. Mandar escrever projetos de leis, tampouco. Muito mesmo assomar às tribunas da Câmara e do Senado, com discursos voltados para o social, como dizem – e nada – ou quase melhoria alguma obterem para os que representam –  tentar, neste caso, de que serve? Por acaso isso elevaria à vida digna – garantida em altura constitucional esse tão sofrido povo – ou, em particular, as pessoas todas do segmento da população à qual estou me referindo?

4 – quantos aposentados já adoeceram, quantos faleceram em grande parte decorrente da inação de seus representantes políticos? Há estatísticas suponho, que podem e  devem ser divulgadas.  As assistentes Sociais que trabalhavam na VARIG/AERUS, poderiam dizwer exatamente. Chamem-nas para dizer o que sabem e sentir-se-ão revoltados, no sentido de revolta da mente e da alma, pelo descaso do desgovernado governo (Leia-se Lula e Dilma – e mesmo Palocci e sabe-se lá mais quantos…)

 Lembro-me que há bem uns 20 anos – ou mais – tenho me pronunciado em Congressos de Direito Previdenciário realizados Brasil afora e alevantado minha voz ao defender teses em defesa de aposentados e pensionistas.

Como, nos dizeres de diversos governos anteriores a Lulla – inclusive o do “Presidente-Schollar” “são eles os causadores do déficit da previdência e da falta de caixa do estado”, incontáveis foram as vezes nas quais me pronunciei dizendo algo como:

–“Sendo ‘eles’ o problema, poderá ser solucionado facilmente: fazendo o mesmo que Hitler fez: matá-los”!

Entre os presentes iniciava-se logo um zum-zum-zum…  Eu aguardava, olhando para cada um deles, e dizia, calmamente, em tom irônico:

Sim o extermínio em massa é a solução!”

Óbvio meus amigos, era mais do que ironia, mais do que sarcasmo. Era a expressão mesmo da revolta que sentia, ao estar ali a falar para os que só ouviam o que lhes interessava- ou ao que interessava aos seus patrões…

 Muitos eram os representantes das instituições todas de previdência e assistência social – governamentais e privadas. Tanto uns quanto outros não queriame não podiam perder seus empregos: calavam-se.

Aceito, pois cada um sabe de seus problemas. Poucos, muito poucos, se pronunciavam contra minhas palavras em público; todavia, muitos as acolhiam com sinceridade e com elas concordavam particularmente.

Infelizmentre, o descaso desses governos anteriores e principalmente o quwe está aí e pretende perpetuar-se usando como ‘ponte’, uma figura tão inadequada, apagada, incapaz, má e humanamente inaceitável como a que representa a candidata e representante do PT.

Se a VARIG não obteve apoio,

Se o AERUS (entenda-se seus participantes e famílias) foi tratado com desprezo e desumanidade, deve-se primacialmente à senhora Mãe do PAC – EMPACADO. Foi assim ‘batizada’  por Lula ,erroneamente.

Para os aposentados todos – e mesmo para os brasileiros conscientes e dignos, representa apenas a pior das madrastas, não havendo em seu semblante, alma ou agir, que possa jamais lembrar a figura quase santa de uma verdadeira mãe.

 Trata-se, o e-mail que transcrevo abaixo,  como poderão constatar, a forma como estão sofrendo para sobreviver os antigos empregados da para sempre gloriosa  VARIG.

 

Finalizo essa introdução, afirmando um sonho que espero ver realizado, pois é possível não uma utopia:

COMO GAÚCHA E PATRIOTA REALISTA: SE FIZERMOS POR ONDE, a VARIG RENASCERÁ DE SUAS PRÓPRIAS CINZAS, COMO A  FÊNIX, para confirmar sua força e a do Altíssimo.

Em tal ocorrendo, infelizmente será tarde demais para muitos, mas não para mostrar como a História poderia e deveria ter sido escrita, não fossem as despiciendas  figuras governamentais  mencionadas retro, que literalmente lhe viraram as costas.

 

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                               OAB/ RJ 004762 

 

 II – A SITUAÇÃO DE VÁRIOS TRABALHADORES DA VARIG: depoimentos e verdades.

 

Escreveu JOSÉ, um variguiano que, se quiser, colocará seu nome   completo ao final desses depoimentos:

Alguns destes paragráfos são enviados a minha pessoa por email ou então outros são de uma reportagem feita no JORNAL ABC/NH DE DOMINGO 15/AGOSTO/2010.

Apenas retirei os nomes completos para manter um pouco a privacidade destas pessoas que já sofrem muito com o descaso deste governo do senhor LULA.

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 1 ) E eu, que esto na  situação dos ex-colegas Gustavo e  Holler,  e ainda pago 65% de meus ganhos em pensão, sofro a grande mágoa de não poder ter dado uma vida melhor para meus descendentes, tres filhos na porta de faculdades e não podem prosseguir. O Stress afrouchou todos os meus dentes superiores, que cairam como se fossem dentes de leite e nada posso fazer a não ser não sair de casa!

Mourão

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 2) Segundo Luiz Carlos, vice-diretor da Associação dos Mecânicos de Voo da Varig (Amvvar) no Rio Grande do Sul, os aposentados teriam em média direito a R$ 2,7 mil mensais pelo Aerus, mas muitos recebem 10% desse valor ou nada. E mais: o Aerus deve ficar sem dinheiro em um ano. A situação poderia ser resolvida se a União pagasse uma dívida que adquiriu com a Varig em função dos planos econômicos.

O montante, na casa dos bilhões de reais, seria o suficiente para resolver a questão de caixa do Aerus. Mas, embora o governo federal já tenha sido condenado, o processo ainda está em curso. Foram feitos três apelos e, além disso, a União cobra uma dívida da Varig. No meio desse embate jurídico, o drama dos ex-funcionários continua.

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3) Holler, 69 anos, exibe com nostalgia seu antigo uniforme de engenheiro de voo da Varig. São três faixas nos punhos do casaco, que indicam a sua função. “Para voos internacionais”, acrescenta. “Hoje, a minha função foi substituída pelo computador”, lembra. Mas antes que isso ocorresse, em 1993, Holler aposentou-se. E esperava ter uma vida tranqüila após tantos anos de trabalho e contribuição para o fundo Aerus.

A paz, entretanto, durou menos tempo do que imaginava. Após a falência e venda da Varig, o Aerus foi minguando.

Holler, que começou recebendo em torno de R$ 6 mil, viu o dinheiro diminuir cada vez mais. “Hoje ganho apenas 13%”, queixa-se, decepcionado. Sua principal fonte de renda vem do INSS – equivalente a três salários mínimos e meio. Holler mora com um dos seus três filhos em uma boa casa construída no bairro Jardim Mauá, em Novo Hamburgo, lembrança dos bons tempos.

A residência, ele mesmo observa, precisa de reparos. Mas qualquer reforma é impensável no momento, pois o pouco dinheiro que consegue juntar precisa ser economizado diante do futuro incerto. No meio de toda essa turbulência, enfrentou inclusive problemas de saúde. “Com a saúde afetada, fica difícil”, desabafa.

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4) Wanderlei, que mora em São Leopoldo há 10 anos, trabalhou como comissário de bordo. Aposentou-se um ano antes da falência da Varig e conseguiu receber todos os seus direitos. “Eu estava mais ou menos preparado para o que vinha a acontecer”, lembra. Ele admite, entretanto, que seu padrão de vida caiu, pois precisou cortar pela metade todos os gastos. Pires concorda que a única solução para o Aerus será a União pagar o que deve à Varig. “Mas não tenho esperança de que isso aconteça. A causa já havia sido ganha e ainda não pagaram”, lamenta.

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5) Gustavo João dos Santos não contém as lágrimas quando olha para uma foto antiga de um momento histórico. Ele e a tripulação fizeram o voo inaugural a Roma em um modelo 747. Aos 73 anos, o ex-engenheiro de voo se sente traído. “Tivemos que abrir mão de direitos na Fundação Ruben Berta e no INSS. Tinha garantia do governo para fundar o Aerus”, lembra. Aposentou-se em 1992, recebendo o equivalente a R$ 5,8 mil. Hoje só ganha 8% do valor a que tem direito, além de R$ 1,2 mil pelo INSS. A situação é complicada para Santos, que está com problemas de saúde. Pai de três filhos, mora sozinho no bairro Campestre, em São Leopoldo.

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 Enviando este email para vários parlamentares brasileiros, ministros dos STF, jornalistas, apresentadores de programas de rádio, associações de aposentados, sindicatos de trabalhadores, religiosos e imprensa em geral.

 


III – APELO  ÀS AUTORIDADES TODAS PARA AS QUAIS FOI ENVIADO ESTE E-MAIL E PEÇO-LHES QUE SEJAM  DIGNOS. COLOQUEM-SE NO LUGAR DESSAS PESSOAS REALMENTE COLOQUEM-SE   EM SEUS LUGARES  TENTEM FAZÊ-LO, PELO MENOS: EM NOME DE SUAS CONSCIÊNCIAS E DE SUAS FAMÍLIAS

MUITOS DOS SENHORES ESTÃO EM CONDIÇÃO DE FAZER JUSTIÇA, DE DISTRIBUÍ-LA.

FAÇAM ISSO OCORRER, SENHORES, OU ENVERGONHAR-SE- ÃO DE SI MESMOS PELO TEMPO QUE VIVEREM.

 

 

NOTA:                                                                                                                               ENVIAREI ESTE  artigo também para o Presidente do  Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, Dr. Ophir Cavalcante, um homem bom, digno e justo e sei,  por sua história de via e caráter que: se os políticos nada fizeram até agora, o que for possível, este nosso presidente, Ophir Cavalcante, envidará os esforços todos que estiverem a seu alcance,  para que os senhores, finalmente vejam a JUSTIÇA  acontecer.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque

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Responses

  1. Não direi aqui o que penso sobre esse governo da injustiça social, deixo apenas minha história na amada VARIG.
    Iniciei aos 18 anos ainda em João Pessoa, lá minha educação perfeccionista foi aprimorada com o objetivo de melhor atender ao nosso respeitado passageiro, sempre foi um praze tê-los voando conosco. Após 10 anos de trabalho me mudei para o Rio de Janeiro após recrutamento interno. Sozinha numa cidade grande más ainda assim me sentia em casa ao lado dos meu colegas de trabalho. No Rio, conhecí meu marido e tive 2 filhos, no segundo ainda em licença maternidade fui demitida em virtude da venda da antiga Varig para Variglog, e como todos os outros mais de 9.000 funcionários até hoje não recebí sequer um centavo de indenização. Apenas duas considerações: Se a dívida do goveno com a Varig tivesse sido paga em 2002 certamente ela teria se reeguido, a outra é uma pergunta, por mais que exista uma lei que dê subsídios para todo esse absurdo, não seria ilegal e desumano agir dessa forma com esses trabalhadores, o que e pensam os Juizes, Desembargadores e Ministros que não evocam o direito básico ao alimento. Parece-me que todos são iguais perante ás leis menos os ex-funcionários VARIG.

  2. Obrigada por continuar firme em nossa luta.


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