Publicado por: mirnacavalcanti | 2 de agosto de 2009

Miguel Torga e o forte lirismo da Libertação do Ser


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acessosMiguel Torga e o forte Lirismo da Libertação do Ser
Publicado em 01/08/2009wiki repórter
Mirna Cavalcanti de Albuquerque
RJ-RJ

Torga, o Poeta do Lirismo Libertário é um dos meus maiores inspiradores, apesar de ter entrado em contacto com sua obra há pouco tempo. – Foto: Mirna Cavalcanti de Albuqueque
Um dos maiores poetas da língua portuguesa nasceu em Portugal e foi registrado com o nome de Adolfo Correa da Rocha. É Miguel Torga seu pseudônimo.

Escreve poesias que ultrapassam, a meu ver, a poesia em si. São de um lirismo telúrico, fortes, objetivas. São demonstrações do valor intrínseco do mistér do poeta: não só cantar, mas, e principalmente, exortar seus semelhantes a viver com toda a intensidade o milagre que é a vida.

O poder da palavra, a força que pode ela infundir na alma que procura seus caminhos.

As trevas que podem tornar-se luz vivificante que a todos os caminhos alumia. Para ele, Torga, a poesia não é, pois, apenas uma declaração pessoal de sentimentos (o que, por si só pode ser profundamente belo)… A poesia de Torga transmite-nos muito mais: a chamada ao Ser, para que exerça fundamental e conscientemente todas as suas reais potencialidades.

Escreve Torga :
“Canta, poeta, canta!
Violenta o silêncio conformado.
Cega com outra luz a luz do dia.
Desassossega o mundo sossegado.
Ensina a cada alma a sua rebeldia.”

Ou seja: o poeta canta (o poeta é poesia…); o poeta violenta o silêncio, pois, por natureza, é um ser inconformado;o poeta cega com “outra luz” (as palavras, os versos claros…) a luz do dia;o poeta desassossega o mundo “sossegado” (o mundo que com a realidade se conforma, podendo, inclusive, estar alienado; o poeta ensina a cada alma a sua rebeldia (mostra as possibilidades/probabilidades latentes em cada alma, para que lute, no sentido de alcançar o que almeja, o que necessita fundamentalmente para realizar-se como criatura).

O “cantar” de Miguel Torga é o cantar mesmo das almas desassossegadas, “presas”, tolhidas, mas que ainda sonham em encontrar as forças todas necessárias dentro de si mesmas para, enfim, libertarem-se dos grilhões aos quais sentem-se presas (sentem-se, mas não estão…) A liberdade da alma por ele cantada não é utópica, mas sonho mesmo de liberdade que poderá transformar-se em palpitante realidade.

Amigos, cantemos todos e unamos nossas almas para que possamos vir a ser os construtores de um mundo melhor!

Inspirada em Torga, não só escrevi Meus Cantares, como o Despertar do Ser, inscritas em Talentos, mas não classificadas.

Poderão os leitores captar a vigorosa mensagem que envio para todos quantos quiserem lê-las e tiverem sensibilidade para absorver em suas almas, tão fortes e incentivadoras mensagens.

Graças rendo a Miguel Torga!

Torga, o Poeta do Lirismo Libertário é um dos meus maiores inspiradores, apesar de ter entrado em contacto com sua obra há pouco tempo. – Foto: Mirna Cavalcanti de Albuqueque
Um dos maiores poetas da língua portuguesa nasceu em Portugal e foi registrado com o nome de Adolfo Correa da Rocha. É Miguel Torga seu pseudônimo.

Escreve poesias que ultrapassam, a meu ver, a poesia em si. São de um lirismo telúrico, fortes, objetivas. São demonstrações do valor intrínseco do mistér do poeta: não só cantar, mas, e principalmente, exortar seus semelhantes a viver com toda a intensidade o milagre que é a vida.

O poder da palavra, a força que pode ela infundir na alma que procura seus caminhos.

As trevas que podem tornar-se luz vivificante que a todos os caminhos alumia. Para ele, Torga, a poesia não é, pois, apenas uma declaração pessoal de sentimentos (o que, por si só pode ser profundamente belo)… A poesia de Torga transmite-nos muito mais: a chamada ao Ser, para que exerça fundamental e conscientemente todas as suas reais potencialidades.

Escreve Torga :
“Canta, poeta, canta!
Violenta o silêncio conformado.
Cega com outra luz a luz do dia.
Desassossega o mundo sossegado.
Ensina a cada alma a sua rebeldia.”

Ou seja: o poeta canta (o poeta é poesia…); o poeta violenta o silêncio, pois, por natureza, é um ser inconformado;o poeta cega com “outra luz” (as palavras, os versos claros…) a luz do dia;o poeta desassossega o mundo “sossegado” (o mundo que com a realidade se conforma, podendo, inclusive, estar alienado; o poeta ensina a cada alma a sua rebeldia (mostra as possibilidades/probabilidades latentes em cada alma, para que lute, no sentido de alcançar o que almeja, o que necessita fundamentalmente para realizar-se como criatura).

O “cantar” de Miguel Torga é o cantar mesmo das almas desassossegadas, “presas”, tolhidas, mas que ainda sonham em encontrar as forças todas necessárias dentro de si mesmas para, enfim, libertarem-se dos grilhões aos quais sentem-se presas (sentem-se, mas não estão…) A liberdade da alma por ele cantada não é utópica, mas sonho mesmo de liberdade que poderá transformar-se em palpitante realidade.

Amigos, cantemos todos e unamos nossas almas para que possamos vir a ser os construtores de um mundo melhor!

Inspirada em Torga, não só escrevi Meus Cantares, como o Despertar do Ser, inscritas em Talentos, mas não classificadas.

Poderão os leitores captar a vigorosa mensagem que envio para todos quantos quiserem lê-las e tiverem sensibilidade para absorver em suas almas, tão fortes e incentivadoras mensagens.

Graças rendo a Miguel Torga!

Mirna Cavalcanti de Albuquerque

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